28 de abril de 2020

De que adianta estar toda linda e produzida e morrer de vergonha de usar uma sandália? E a situação pode piorar e muito… Imagina ir jantar com o gato em um restaurante japonês e ter que ficar descalça para comer no tatame? Ai ai ai. Rsrsrsrsrs

O encontro romântico se torna desastroso se os pezinhos não estiverem em dia e a Cinderela vira gata borralheira em questão de segundos.

Tudo bem que durante o inverno os pés ficam mais escondidos dentro de botas ou sapatos fechados, mas mesmo assim, eles não dispensam cuidados especiais!!!

Descuidos com os pés facilitam a descamação, o ressecamento, as fissuras, contribuindo também para a incidência de doenças dermatológicas. É muito importante dar atenção a essa parte do corpo, que serve como base e suporta todo nosso peso. Isso sem contar o tempo que passamos de salto alto ou com os dedos espremidos em sapatos lindos porém nada confortáveis.

“Devemos ter cuidados com os pés o ano inteiro”, adverte o especialista Jayme Oliveira Filho, dermatologista membro da SBCD, Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Os pés merecem toda atenção!!!

Veja algumas dicas da SBCD para a manutenção de uma boa saúde:

1)      Hidratação adequada: é muito importante a utilização de cremes apropriados para manter a maciez dos pés – preferencialmente após o banho;

2)      Exames frequentes da planta dos pés devem ser realizados para checar a existência de eventuais pintas ou outros problemas;

3)      Calçados e meias apropriados: item importante para que não machuque ou agrave lesões pré-existentes nos pés. Calçados apertados e umidade aumentam as chances de problemas infecciosos;

4)      Corte apropriado das unhas: é comum o corte inadequado (muito curto, por exemplo), que favorecem o encravamento da unha com evolução para inflamações mais sérias;

5)      Sempre que perceber algo errado, busque um especialista!!!

Eu procuro exfoliar meus pés pelo menos uma vez por semana e passo hidratante sempre antes de dormir. Para manter as unhas bonitas, vou a manicure a cada 15 dias e peço para ela finalizar com uma bela massagem!!! Nada como a sensação de estar com os pés bem cuidados e bonitos.

Fonte: https://bit.ly/2LWVKRm
24 de abril de 2020

Enquanto tudo parece estar indo bem, muitas vezes não prestamos muita atenção a nossos pés.

Eles passam muito tempo cobertos por meias ou sapatos, e, como diz o ditado, “o que os olhos não veem, o coração não sente”.

Mas, assim que algo não vai bem com os pés, fica impossível ignorá-los. Em alguns casos isso pode ser bom, já que sintomas de problemas de saúde mais sérios podem manifestar-se inicialmente nos membros inferiores.

Veja alguns sintomas comuns para os quais é bom ficar atento e algumas explicações possíveis do que esses sintomas podem significar para sua saúde.

Pés frios

Para muitas pessoas, “pé frio” não é uma simples figura de linguagem. Embora seja possível sentir frio nos pés sem que isso tenha alguma causa subjacente mais grave, sentir frio crônico nos dedos dos pés pode ser sinal de má circulação sanguínea. O tabagismo e condições de saúde ligadas a ele, como a DPOC, podem reduzir a capacidade de absorção de oxigênio dos pulmões, levando a níveis mais baixos de oxigênio no sangue. E a doença arterial periférica (DAP) e outras formas de doença cardíaca podem levar ao estreitamente das artérias, dificultando a circulação de sangue em todo o corpo. As extremidades, como as mãos e os pés, são especialmente sensíveis à má circulação, que pode manifestar-se com a sensação de frio. Se você notar que seus pés estão quase sempre frios ou entorpecidos, consulte seu médico para verificar se há problemas médicos subjacentes.

Coceira nos pés

Por mais que isso possa ser desagradável, a coceira nos pés não costuma ser sinal de alguma condição médica preocupante. A razão mais frequente de escamação e coceira nos pés é uma infecção fúngica, com o pé de atleta. Essas infecções são favorecidas em ambientes úmidos; geralmente começam entre os dedos do pé e ocorrem mais frequentemente em pessoas cujos pés transpiram muito por ficarem confinados em sapatos muito justos. O pé de atleta é contagioso, mas pode ser tratado facilmente com antifúngicos vendidos sem receita médica. Em alguns casos a coceira nos pés pode ser uma reação alérgica a cremes para a pele ou resultado de uma doença imune como a psoríase. Procure o médico se a coceira persistir ou se agravar com medicamentos vendidos sem receita médica.

Descoloração da pele

Uma erupção ou infecção fúngica como o pé de atleta geralmente causa escamação e vermelhão na pele, mas muitos outros problemas podem provocar descoloração dos pés. Uma desordem conhecida como fenômeno de Raynaud se caracteriza por uma sequência de mudanças de cor na pele quando reagem ao frio ou estresse. Em um episódio de Raynaud, a área afetada embranquece, à medida que as artérias se estreitam e o fluxo de sangue se reduz. A área afetada pode ficar fria ou entorpecida e, quando o fluxo de sangue diminui ainda mais, a pele pode ficar azulada. À medida que a circulação melhora novamente, a pele pode ficar avermelhada antes de finalmente voltar ao normal. O fenômeno de Raynaud acontece principalmente sem qualquer doença subjacente. Em alguns casos, contudo, pode ser um indício antecipado de um problema mais grave, como artrite reumatoide ou lupus.

Baqueteamento digital

O baqueteamento digital envolve mudanças na área em volta das unhas das mãos ou dos pés. Os sintomas comuns incluem o amolecimento do leito ungueal, acentuação da convexidade da ponta dos dedos do pé e a curvatura das unhas para formar um ângulo maior com o dedo do pé (o chamado baqueteamento). Uma maioria importante dos casos de baqueteamento vem de doenças cardíacas e pulmonares que reduzem o nível de oxigênio presente no sangue. Procure seu médico se você observar mudanças em suas unhas da mão ou do pé que pareçam um baqueteamento, pois elas podem ser sinais de problemas sérios como câncer pulmonar, doença cardíaca e doença de Crohn.

Pés inchados

A maioria das pessoas sofre de inchaço nos pés em algum momento da vida. Com frequência o edema se deve a algo simples, como passar muito tempo em pé, usar calçado muito apertado, fazer uma viagem aérea longa ou sofrer uma lesão pequena, como uma torsão do tornozelo. Mas, se o inchaço se prolonga por mais que dois ou três dias, pode ser sinal de uma condição médica mais grave. Fluidos como o sangue podem acumular-se nas pernas em consequência de doença cardíaca congestiva, doença renal ou até como efeito colateral de remédios para diabetes e hipertensão. O inchaço também pode ser fruto de inflamações resultantes de artrite reumatoide ou oesteoartrite. É importante procurar atendimento médico de emergência se o inchaço for acompanhado por sintomas como dor no peito, dificuldade de respirar ou tontura, pois podem ser indícios de um coágulo sanguíneo ou outra condição cardíaca grave.

Sensação de queimação

A sensação de queimação nos pés pode variar de leve (entorpecimento e formigamento) a grave (dor tão forte que atrapalha o sono). Algo tão simples quanto pés cansados ou uma infecção comum como o pé de atleta pode provocar sintomas de curto prazo como queimação ou formigamento. Em casos mais graves, a queimação nos pés pode ser sinal de lesões nos nervos decorrentes de diabetes ou de uma condição circulatória conhecida como doença arterial periférica (DAP). Procure o médico se a sensação de queimação se prolongar por algumas semanas, se os sintomas se intensificarem, se a dor aumentar ou você começar a perder a sensibilidade nos pés ou dedos dos pés. Enquanto isso, a sugestão da Clínica Mayo é fazer repouso com os pés elevados, para aliviar os sintomas. E banhar os pés em água fria também pode reduzir a dor e queimação.

Dor no dedão do pé

A dor generalizada nos pés e uma coisa, mas uma dor localizada às vezes aponta para um problema mais específico. Se a dor é localizada na ponta e no canto da unha, pode ser sinal de unha encravada. Uma dor repentina e forte que se repete na articulação do dedão pode ser indício de uma forma complexa de artrite conhecida como gota. Os sintomas de gota incluem dor articular intensa seguida por desconforto prolongado; frequentemente se apresentam à noite, sem qualquer indício prévio. A artrite reumatoide pode ser outra explicação, pois seus sintomas iniciais tendem a ser sentidos nas articulações dos dedos dos pés e das mãos, antes de passar para pés e mãos propriamente ditos. Se você sentir desconforto persistente ou dor localizada repentina sem explicação aparente, marque uma consulta com o médico.

Unhas do pé amareladas

Como é o caso com outras partes do corpo, a descoloração das unhas do pé pode ser sinal de que algo não vai bem. A onicomicose (infecção fúngica das unhas) muitas vezes começa como pontinho amarelo sob a ponta da unha. Infelizmente, como você talvez tenha aprendido nas aulas de biologia, os fungos se dão bem em ambientes escuros, úmidos e quentes, de modo que a parte de baixo de uma unha do pé é perfeita para eles. Se não for tratada, essa descoloração pode chegar mais fundo na unha e se alastrar para os outros dedos do pé. Tirando alguma dor leve e o prejuízo estético, as infecções fúngicas das unhas geralmente não constituem grande perigo para a saúde. Mas, se você tiver diabetes, uma infecção fúngica sem tratar pode prejudicar a circulação sanguínea em seus pés e levar a complicações mais sérias.

Unhas do pé esbranquiçadas

A descoloração branca das unhas não é necessariamente sinal de algum problema de saúde. A leuconíquia é o termo médico que descreve manchas brancas comuns que começam na base da unha e se movem à medida que a unha cresce. Contrariamente à ideia popular, essas manchas não são sinais de uma deficiência vitamínica e são vistas como inofensivas, de modo geral. Mas uma mancha branca na ponta da unha pode ser mais séria. Uma lesão pode levar parte da unha do pé a separar-se do leito ungueal, o que pode fazer a ponta da unha ficar mais branca. E algumas infecções fúngicas se manifestam inicialmente como manchas brancas na ponta da unha. Se não forem tratadas, elas podem chegar à unha inteira, provocando mais descoloração e potencialmente fazendo a unha se descolar do leito ungueal.

Originalmente publicado no site Daily RX

15 de julho de 2019

Dedicando alguns minutos do dia aos pés, podemos contornar ou evitar ressecamento, rachaduras e doenças chatas. Comece o quanto antes!

Quando as temperaturas caem, cobrimos o máximo possível do corpo para ficarmos quentinhas. Os pés, em especial, ficam beeeem blindados contra frio, vento e qualquer sensação de “congelamento”, com meias (às vezes mais de uma por pé) e sapatos fechados de todos os tipos.

É confortável, mas prejudica a pele. Não é raro os pés ficarem mais ressecados, “grossos”, com rachaduras e uma frieira aqui, uma micose ali durante o outono e o inverno. “Os pés já sofrem diariamente carregando nosso peso. Muitas vezes, ficam fechados na maior parte do dia em calçados. No momento de cuidado com o corpo, durante o banho ou o descanso em casa, não ganham a atenção devida”, afirma Cassiana Okada, dermatologista do Hospital Santa Cruz (SP).

Ela explica que dor, desconforto e até sangramentos podem acompanhar o ressecamento e as rachaduras, e que a falta de hidratação e o uso de calçados inadequados são as causas mais importantes para que isso ocorra. A dermatologista Anelise Ghideti, da AE Skin Center, complementa que a diminuição da ingestão de água também é um fator a ser levado em consideração.

As especialistas garantem que tudo pode ser facilmente evitado, desde que dediquemos alguns minutos por dia aos cuidados com a saúde dos pés. Pedimos, então, para elas contarem como é o ritual ideal para os nossos pezinhos. Aí vai, e é bem simples!

Para começar, a limpeza dos pés no banho

Assim como ocorre com a pele do rosto e do restante do corpo e com os cabelos, a pele dos pés fica excessivamente ressecada por causa de água muito quente no banho. Por mais que você ache uma delícia ficar uma hora sob a água do chuveiro a 45°C, é preciso repensar esse hábito se quiser preservar a pele. O banho adequado deve ser a aproximadamente 37°C e durar cerca de 15 minutos.

Então vem a questão da higiene em si. “Os pés confinados em calçados fechados e com pouca ventilação são alvos da proliferação de fungos e bactérias que ameaçam a saúde da pele da região”, diz Cassiana. Esse ambiente quente e úmido é perfeito para o desenvolvimento das micoses e das frieiras. Uma boa limpeza, com sabonetes neutros e esponjas macias, começa a preveni-las.

Uma vez por semana, é legal fazer a esfoliação dos pés, para remover as células mortas, estimular a renovação da pele e facilitar a ação dos hidratantes, que proporcionam aquela maciez deliciosinha.

A dermatologista do Hospital Santa Cruz ensina uma receitinha caseira simples: óleo de coco misturado com açúcar cristal em ponto de pasta. Você deve esfregar essa mistura nos pés apenas com as mãos. “Nunca utilize lixas nos calcanhares. É essa prática que estimula o engrossamento da pele, piorando ainda mais as rachaduras”, adverte.

E as rachaduras, destaca Anelise, funcionam como porta de entrada para os fungos e bactérias de que falamos ali em cima, levando a prejuízos na pele e até a doenças.

Cuidados com os pés ao sair do banho

Já limpinhos, os pés devem estar bem secos para a aplicação de um hidratante específico para a região, que tem entre suas características o alto poder de hidratação e a rápida absorção.

Preste bastante atenção à secagem de seus pés em todos os detalhes, ou seja, seque cada cantinho. Nos dorsos (a parte de cima), nas solas e, principalmente, entre os dedos. Passe uma toalha sequinha em todos esses pontos e, se achar que ainda não foi suficiente, finalize com o secador de cabelos. No final, você precisa senti-los “soltinhos”, sabe? Sem a resistência típica da pele úmida.

Se houver rachaduras na pele dos pés, especialmente nos calcanhares, Anelise recomenda que neste momento sejam aplicadas pomadas cicatrizantes indicadas por uma dermatologista. Espere ela penetrar na pele para em seguida usar o hidratante.

Os princípios ativos a que você deve estar atenta na hora de escolher o seu hidratante para os pés são:

– Ureia (quanto maior a concentração, melhor);

– Manteiga de karité;

– Óleos extraídos de sementes e castanhas;

– Lactato de amônio;

– Glicerina;

– Ceramidas; e

– Aquaporinas.

Por fim, os cuidados gerais com os pés no dia a dia

Dê preferência a calçados que permitam que a pele dos pés respire, como os de tecido de algodão ou de couro natural. Evite sapatos e botas de materiais sintéticos, pois eles impedem a transpiração natural e abafam toda a região. E daí você já sabe: ambiente úmido + rachaduras = micoses e frieiras.

Use meias de algodão e as troque todos os dias. Em casa, pode ficar com sapatinhos ou meias de lã natural para manter os pés quentinhos.

Solados muito finos, planos e duros propiciam o engrossamento da pele da sola dos pés e dos calcanhares; sapatos com saltos altos pressionam as pontas dos pés e engrossam a pele sob os dedos. O melhor, portanto, é usar sapatos e botas com solado macio e um saltinho pequeno, de cerca de 2 centímetros, para manter uma boa sustentação sem engrossar e pele.

E, claro, fique sempre de olho nas alterações da pele. Apareceu alguma descamação estranha, uma mancha ou um sinal inesperado? Consulte uma dermatologista para saber o que é e tratar de forma adequada o mais rápido possível.

Fonte: encurtador.com.br/hvET4

25 de maio de 2017

Vocês sabem o que é psoríase?

 

frases_psoriase

Um dos fatores que causam a psoríase é o psicológico.

A psoríase é uma doença crônica, não contagiosa, que forma manchas avermelhadas, que são cobertas por escamadas secas e brancas. Essas manchas causam coceira (sintoma responsável pelo nome da doença), o que piora a situação do indivíduo. O stress, cansaço e também alguns medicamentos, podem piorar a psoríase. Foi comprovado que se trata se uma doença genética, mas que pode aparecer em qualquer momento da vida (infância, adolescência, fase adulta ou idosa).

A pessoa diagnosticada com psoríase, deve ter o acompanhamento de um podólogo entre os profissionais necessários para que sua qualidade de vida se mantenha. Isso porque é necessário ter alguém de confiança para tratar suas unhas e principalmente suas calosidades, que podem ter algum resquício da doença.

Então, se você desconfiar de algo ou se conhece alguém que pode ter essa doença, não se esqueça que a opinião de um médico é de extrema importância e indispensável.

Cuide-se