28 de abril de 2020

De que adianta estar toda linda e produzida e morrer de vergonha de usar uma sandália? E a situação pode piorar e muito… Imagina ir jantar com o gato em um restaurante japonês e ter que ficar descalça para comer no tatame? Ai ai ai. Rsrsrsrsrs

O encontro romântico se torna desastroso se os pezinhos não estiverem em dia e a Cinderela vira gata borralheira em questão de segundos.

Tudo bem que durante o inverno os pés ficam mais escondidos dentro de botas ou sapatos fechados, mas mesmo assim, eles não dispensam cuidados especiais!!!

Descuidos com os pés facilitam a descamação, o ressecamento, as fissuras, contribuindo também para a incidência de doenças dermatológicas. É muito importante dar atenção a essa parte do corpo, que serve como base e suporta todo nosso peso. Isso sem contar o tempo que passamos de salto alto ou com os dedos espremidos em sapatos lindos porém nada confortáveis.

“Devemos ter cuidados com os pés o ano inteiro”, adverte o especialista Jayme Oliveira Filho, dermatologista membro da SBCD, Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Os pés merecem toda atenção!!!

Veja algumas dicas da SBCD para a manutenção de uma boa saúde:

1)      Hidratação adequada: é muito importante a utilização de cremes apropriados para manter a maciez dos pés – preferencialmente após o banho;

2)      Exames frequentes da planta dos pés devem ser realizados para checar a existência de eventuais pintas ou outros problemas;

3)      Calçados e meias apropriados: item importante para que não machuque ou agrave lesões pré-existentes nos pés. Calçados apertados e umidade aumentam as chances de problemas infecciosos;

4)      Corte apropriado das unhas: é comum o corte inadequado (muito curto, por exemplo), que favorecem o encravamento da unha com evolução para inflamações mais sérias;

5)      Sempre que perceber algo errado, busque um especialista!!!

Eu procuro exfoliar meus pés pelo menos uma vez por semana e passo hidratante sempre antes de dormir. Para manter as unhas bonitas, vou a manicure a cada 15 dias e peço para ela finalizar com uma bela massagem!!! Nada como a sensação de estar com os pés bem cuidados e bonitos.

Fonte: https://bit.ly/2LWVKRm
27 de abril de 2020

Isso acontece porque as pessoas que possuem calosidades, dependendo do grau destas, sentem muitas dores e quando percebem, estão tentando resolver o problema da pior forma possível.

calos

Então, a resposta para “Posso cortar meu(s) calo(s)?” é “Não!”.

Mas, porquê não? Simplesmente porque para o organismo, a formação do calo é uma proteção. Ou seja, não adianta lixar ou cortar, ele irá nascer novamente dependendo do que o causou (usar calçados errados ou pisar de forma incorreta, são as principais causas para o aparecimento de calos). O correto é procurar um podólogo para tirar o excesso e tentar descobrir a origem do calo, só assim ele irá parar de nascer.

E usar cortadores de calos ou lixas em casa, pode? Também não!  A probabilidade de você se machucar é bem grande, já que o manuseio dessas ferramentas não é tão simples e você provavelmente não saberá como e em qual região usá-las.

Não hesite em procurar um profissional da área! Evite maiores machucados e dores

24 de abril de 2020

Enquanto tudo parece estar indo bem, muitas vezes não prestamos muita atenção a nossos pés.

Eles passam muito tempo cobertos por meias ou sapatos, e, como diz o ditado, “o que os olhos não veem, o coração não sente”.

Mas, assim que algo não vai bem com os pés, fica impossível ignorá-los. Em alguns casos isso pode ser bom, já que sintomas de problemas de saúde mais sérios podem manifestar-se inicialmente nos membros inferiores.

Veja alguns sintomas comuns para os quais é bom ficar atento e algumas explicações possíveis do que esses sintomas podem significar para sua saúde.

Pés frios

Para muitas pessoas, “pé frio” não é uma simples figura de linguagem. Embora seja possível sentir frio nos pés sem que isso tenha alguma causa subjacente mais grave, sentir frio crônico nos dedos dos pés pode ser sinal de má circulação sanguínea. O tabagismo e condições de saúde ligadas a ele, como a DPOC, podem reduzir a capacidade de absorção de oxigênio dos pulmões, levando a níveis mais baixos de oxigênio no sangue. E a doença arterial periférica (DAP) e outras formas de doença cardíaca podem levar ao estreitamente das artérias, dificultando a circulação de sangue em todo o corpo. As extremidades, como as mãos e os pés, são especialmente sensíveis à má circulação, que pode manifestar-se com a sensação de frio. Se você notar que seus pés estão quase sempre frios ou entorpecidos, consulte seu médico para verificar se há problemas médicos subjacentes.

Coceira nos pés

Por mais que isso possa ser desagradável, a coceira nos pés não costuma ser sinal de alguma condição médica preocupante. A razão mais frequente de escamação e coceira nos pés é uma infecção fúngica, com o pé de atleta. Essas infecções são favorecidas em ambientes úmidos; geralmente começam entre os dedos do pé e ocorrem mais frequentemente em pessoas cujos pés transpiram muito por ficarem confinados em sapatos muito justos. O pé de atleta é contagioso, mas pode ser tratado facilmente com antifúngicos vendidos sem receita médica. Em alguns casos a coceira nos pés pode ser uma reação alérgica a cremes para a pele ou resultado de uma doença imune como a psoríase. Procure o médico se a coceira persistir ou se agravar com medicamentos vendidos sem receita médica.

Descoloração da pele

Uma erupção ou infecção fúngica como o pé de atleta geralmente causa escamação e vermelhão na pele, mas muitos outros problemas podem provocar descoloração dos pés. Uma desordem conhecida como fenômeno de Raynaud se caracteriza por uma sequência de mudanças de cor na pele quando reagem ao frio ou estresse. Em um episódio de Raynaud, a área afetada embranquece, à medida que as artérias se estreitam e o fluxo de sangue se reduz. A área afetada pode ficar fria ou entorpecida e, quando o fluxo de sangue diminui ainda mais, a pele pode ficar azulada. À medida que a circulação melhora novamente, a pele pode ficar avermelhada antes de finalmente voltar ao normal. O fenômeno de Raynaud acontece principalmente sem qualquer doença subjacente. Em alguns casos, contudo, pode ser um indício antecipado de um problema mais grave, como artrite reumatoide ou lupus.

Baqueteamento digital

O baqueteamento digital envolve mudanças na área em volta das unhas das mãos ou dos pés. Os sintomas comuns incluem o amolecimento do leito ungueal, acentuação da convexidade da ponta dos dedos do pé e a curvatura das unhas para formar um ângulo maior com o dedo do pé (o chamado baqueteamento). Uma maioria importante dos casos de baqueteamento vem de doenças cardíacas e pulmonares que reduzem o nível de oxigênio presente no sangue. Procure seu médico se você observar mudanças em suas unhas da mão ou do pé que pareçam um baqueteamento, pois elas podem ser sinais de problemas sérios como câncer pulmonar, doença cardíaca e doença de Crohn.

Pés inchados

A maioria das pessoas sofre de inchaço nos pés em algum momento da vida. Com frequência o edema se deve a algo simples, como passar muito tempo em pé, usar calçado muito apertado, fazer uma viagem aérea longa ou sofrer uma lesão pequena, como uma torsão do tornozelo. Mas, se o inchaço se prolonga por mais que dois ou três dias, pode ser sinal de uma condição médica mais grave. Fluidos como o sangue podem acumular-se nas pernas em consequência de doença cardíaca congestiva, doença renal ou até como efeito colateral de remédios para diabetes e hipertensão. O inchaço também pode ser fruto de inflamações resultantes de artrite reumatoide ou oesteoartrite. É importante procurar atendimento médico de emergência se o inchaço for acompanhado por sintomas como dor no peito, dificuldade de respirar ou tontura, pois podem ser indícios de um coágulo sanguíneo ou outra condição cardíaca grave.

Sensação de queimação

A sensação de queimação nos pés pode variar de leve (entorpecimento e formigamento) a grave (dor tão forte que atrapalha o sono). Algo tão simples quanto pés cansados ou uma infecção comum como o pé de atleta pode provocar sintomas de curto prazo como queimação ou formigamento. Em casos mais graves, a queimação nos pés pode ser sinal de lesões nos nervos decorrentes de diabetes ou de uma condição circulatória conhecida como doença arterial periférica (DAP). Procure o médico se a sensação de queimação se prolongar por algumas semanas, se os sintomas se intensificarem, se a dor aumentar ou você começar a perder a sensibilidade nos pés ou dedos dos pés. Enquanto isso, a sugestão da Clínica Mayo é fazer repouso com os pés elevados, para aliviar os sintomas. E banhar os pés em água fria também pode reduzir a dor e queimação.

Dor no dedão do pé

A dor generalizada nos pés e uma coisa, mas uma dor localizada às vezes aponta para um problema mais específico. Se a dor é localizada na ponta e no canto da unha, pode ser sinal de unha encravada. Uma dor repentina e forte que se repete na articulação do dedão pode ser indício de uma forma complexa de artrite conhecida como gota. Os sintomas de gota incluem dor articular intensa seguida por desconforto prolongado; frequentemente se apresentam à noite, sem qualquer indício prévio. A artrite reumatoide pode ser outra explicação, pois seus sintomas iniciais tendem a ser sentidos nas articulações dos dedos dos pés e das mãos, antes de passar para pés e mãos propriamente ditos. Se você sentir desconforto persistente ou dor localizada repentina sem explicação aparente, marque uma consulta com o médico.

Unhas do pé amareladas

Como é o caso com outras partes do corpo, a descoloração das unhas do pé pode ser sinal de que algo não vai bem. A onicomicose (infecção fúngica das unhas) muitas vezes começa como pontinho amarelo sob a ponta da unha. Infelizmente, como você talvez tenha aprendido nas aulas de biologia, os fungos se dão bem em ambientes escuros, úmidos e quentes, de modo que a parte de baixo de uma unha do pé é perfeita para eles. Se não for tratada, essa descoloração pode chegar mais fundo na unha e se alastrar para os outros dedos do pé. Tirando alguma dor leve e o prejuízo estético, as infecções fúngicas das unhas geralmente não constituem grande perigo para a saúde. Mas, se você tiver diabetes, uma infecção fúngica sem tratar pode prejudicar a circulação sanguínea em seus pés e levar a complicações mais sérias.

Unhas do pé esbranquiçadas

A descoloração branca das unhas não é necessariamente sinal de algum problema de saúde. A leuconíquia é o termo médico que descreve manchas brancas comuns que começam na base da unha e se movem à medida que a unha cresce. Contrariamente à ideia popular, essas manchas não são sinais de uma deficiência vitamínica e são vistas como inofensivas, de modo geral. Mas uma mancha branca na ponta da unha pode ser mais séria. Uma lesão pode levar parte da unha do pé a separar-se do leito ungueal, o que pode fazer a ponta da unha ficar mais branca. E algumas infecções fúngicas se manifestam inicialmente como manchas brancas na ponta da unha. Se não forem tratadas, elas podem chegar à unha inteira, provocando mais descoloração e potencialmente fazendo a unha se descolar do leito ungueal.

Originalmente publicado no site Daily RX

17 de julho de 2019

Incidência de frieiras, micoses, bolhas e unhas encravadas é maior nesta época do ano

É tempo de guardar as sandálias e tirar botas e sapatos fechados do armário. O clima frio também favorece o uso de meias. Somado a isso, muitas mulheres não cuidam dos pés nesta época porque, com as unhas escondidas, os esmaltes não aparecem. Com isso, pés abafados, sem cuidados e, muitas vezes, apertados dentro dos calçados podem sofrer vários incômodos, como frieiras, micoses, calos, bolhas e unhas encravadas. Prevenir-se de tais problemas não é difícil, mas exige alguns cuidados.

 

O dermatologista José Jabur da Cunha, da Altacasa Clínica Médica e chefe do setor de Cirurgia Dermatológica da Santa Casa de São Paulo, alerta que é preciso redobrar a atenção para evitar as frieiras, um tipo de inflamação na pele causada pelo atrito e a umidade e, muitas vezes, agravada pela presença de um fungo, que surge principalmente entre os dedos dos pés. “A área afetada pode coçar muito, ficar avermelhada, úmida e com fissuras.

 

É indicado o uso de remédios antifúngicos, além de cuidados para evitar umidade no local, como secar bem os pés depois do banho, usar talcos e preferir meias de algodão”, explica o médico.

O especialista alerta que além da frieira existem as outras micoses dos pés, que podem ser transmitidas por contato direto com uma pessoa infectada ou com superfícies contaminadas, como pisos de banheiros e vestiários.

 

Estas micoses costumam coçar e levar a descamações na sola dos pés. “Aquilo que as pessoas acham que é causado por ácido úrico, na planta dos pés, geralmente é uma micose que pode ser tratada. Não tem relação com o ácido úrico”, explica o Dr. José Jabur.

Além disso, após o banho quente, muitas pessoas correm para colocar as meias e aquecer os pés antes de secar bem a região. O resultado são mais fungos, bactérias e frieiras. O uso de sapatos e tênis também faz com que os pés transpirem e o ambiente úmido é ideal para micoses. “É necessário secar bem entre os dedos dos pés com a toalha, após o banho, para evitar que as dobrinhas da pele fiquem úmidas, antes de colocar um calçado fechado.

 

Recomendo, inclusive, o uso de secadores de cabelo no local. Junto com uma boa higiene, esta é a melhor maneira de manter os pés livres de micoses e frieiras”, ressalta o médico.

As micoses aparecem em partes do corpo abafadas e expostas à umidade. “Nós temos a cultura de só olhar para os pés no verão, nos dias de sol e calor por conta das sandálias. É preciso cuidar o ano inteiro, mantendo os pés sempre que possível secos e arejados”, conclui o dermatologista da Clínica Altacasa.

Dicas para cuidar dos pés no outono/ inverno

* Evite o uso do mesmo sapato dois dias seguidos;
* Ao chegar em casa e retirar sapatos, tênis e botas, coloque os calçados para arejar e ventilar antes de guardá-los no armário;
* Meias e sapatos devem estar sempre limpos e secos;
* Seque bem os pés antes de colocar meias;
* Prefira meias de algodão a meias de nylon ou de qualquer tecido sintético;
* Use talco nos pés;
* Em casa, procure deixar os pés descalços e sem meia, para que possam “respirar”;
* Calce chinelos quando tomar banho em banheiros públicos, como de escolas, clubes e academia;
* Corte e lixe as unhas dos pés com frequência. Prefira o corte quadrado para não encravar nos cantos. Unhas grandes são mais difíceis de limpar;
* Evite sempre manipular os cantos das unhas ou embaixo da unha. Isso muitas vezes leva a unhas encravadas;
* Hidrate os pés com um creme específico para a região.

Fonte: https://bit.ly/32umy1u
15 de julho de 2019

Chega de rachaduras, unhas encravadas ou micoses. Conheça os melhores jeitos de cuidar, na sua própria casa, dos pés durante a temporada de outono/inverno.

Assim como acontece com os joelhos e cotovelos, nossos pés também são partes sensíveis do corpo que podem acabar sofrendo alguns danos devido à chegada do outono-inverno. Entre os probleminhas, as queixas mais frequentes nos consultórios dermatológicos por aí envolvem calos, bolhas, pele da região ressecada ou com fissuras – alô, banho quente! -, as temidas unhas encravadas(culpa do uso frequente de sapatos muito fechados), além das populares frieiras e micoses, que parecem não ter data certa para surgir.

Mas, para quase tudo tem-se um jeito e nós – com a consultoria das profissionais Patricia Ormiga, dermatologista, e Katia Pacheco Barbosa, dermatofuncional, vamos ensinar maneiras infalíveis de proteger e cuidar dos seus pés naqueles dias em que o friozinho resolve aparecer com força.

Hoje e sempre: hidrate-se!

Quando o assunto é ressecamento dos pés, não há outra forma de eliminar o problema a não ser, como de praxe, hidratando muito a região. O ideal mesmo é que cremes hidratantes sejam aplicados diariamente, como parte da sua rotina de cuidados e, de preferência, após o banho – que é quando a pele está mais sujeita a absorver os nutrientes.

Se bater aquela dúvida na hora de investir no creminho certo, escolha os específicos para pés, que possuem ativos como: ureia, um dos mais clássicos e eficientes, óleos de amêndoas ou de algodão, manteiga de karité, pantenol e gerânio. Ainda em dúvida? Nesse caso, consulte a opinião de uma especialista – tanto podólogas quanto dermatologistas podem sanar de vez seus questionamentos.

Potencialize a maciez com uma bela esfoliação

Além de hidratar os pés, recomenda-se esfoliar a pele da área semanalmente, ainda mais no inverno, quando eles ficam fechados e abafados por mais tempo. Esfoliações são importantes porque contribuem para a maciez da pele e eliminam as céluas mortas, ao passo que acabam com aquela sensação incômoda de aspereza.

Lixar os calcanhares? Só em último caso, apenas se você sentir seus pés muito “cascudos”. Aí, o ideal é passar a lixa antes de começar a esfoliar – no mais, o melhor mesmo é preservar seus pezinhos da maneira mais natural possível, combinando a esfoliação com os hidratantes já citados.

Toalha neles!

De maneira alguma calce seus sapatos estando com os pés úmidos, pois essas condições são as mais favoráveis para o surgimento das micoses, fungos, bactérias e frieiras. No frio, ainda, a desvantagem fica por conta dos sapatinhos menos abertos, que fazem com que a transpiração dos pés aumente ainda mais

Não se esqueça de secar muito bem a área, priorizando o meio dos dedos, local preferido das frieiras e evite ao máximo caminhar por aí com calçados apertados. Se a transpiração for algo constante na sua vida, seja no verão, outono ou inverno, sempre que possível troque de meias e seque os pés ao longo do dia, nem que para isso você tenha que andar com uma toalhinha na bolsa.

Faça em casa

Embora fazer escalda-pés seja super relaxante após um longo dia de trabalho, no outono e no inverno a prática pode não fazer tão bem assim: é que o processo envolve o uso de água quente, que atua removendo as camadas protetoras da pele e, por consequência, deixando os pés ainda mais ressecados – a dica, então, é fazer uma hidratação caseira bem simples.

Anota aí:

Antes de dormir, após o banho, deixe os pés bem sequinhos utilizando uma toalha macia e, então, aplique o creme hidratante de sua preferência. Cubra a área com uma meia de algodão, melhor tecido para evitar que os pés fiquem sem respirar, e vá se deitar. O “ritual” ajuda a manter os pezinhos sempre hidratados no frio. Ah! Nem pensar em colocar as meias com os pés úmidos, combinado?

Pedicure pede atenção

Seja em casa ou no salão de beleza, a pedicure no inverno merece ser feita com um tantinho mais de prudência. Por exemplo:

  1. O uso de sapatos fechados contribui para que as unhas dos pés fiquem encravadas. Opte, então, por cortá-las de forma reta, evitando o problema.
  2. Não retire muito as cutículas das unhas dos pés, e evite cutucar os “cantinhos” na manicure. Retirar a cutícula deixa a região desprotegida e exposta a agentes externos, podendo causar a proliferação de fungos e micoses.
  3. Para que as unhas dos pés se mantenham firmes e fortes, uma boa dica é aplicar óleo de cravo nos dedinhos a cada três dias para protegê-los.

Para evitar mesmo que os probleminhas acima apareçam durante o inverno, Katia explica que alguns cuidados devem ser ministrados meses antes, ainda no verão. Não correr por muito tempo descalça na praia, para não causar bolhas, e não ficar com os pés molhados por um longo período, o que pode resultar em uma retenção de umidade – e até em descolamento das unhas – são alguns deles.

Patricia completa: “Não existe milagre. Como esses problemas decorrem das causas descritas, eles podem ser recorrentes se elas não forem extintas, ou se a prevenção não for feita de maneira correta e contínua”, diz.

Fonte: https://bit.ly/2Y9VXqQ

15 de julho de 2019
Escalda-pés

Escalda-pés é uma atitude consciente que devemos ter para com os nosso pés.

Como sabemos, a base de sustentação do corpo humano são os pés.

Para os corredores, mais ainda: são instrumentos de trabalho.

Por isso, devemos dar atenção redobrada a eles e tratá-los com muito carinho.

Composto, cada um, por 26 ossos, 107 ligamentos, 33 articulações e vários músculos, nossos pés possuem, de acordo com a técnica da acupuntura, cerca de 70 mil terminações ou pontos nervosos associados aos órgãos do corpo humano.

Então, depois de um dia atribulado da vida moderna, com o uso de sapatos fechados e saltos altos, ou após uma corridinha pelo bairro, ou um treino esportivo pesado, nada melhor do que dar aos seus pés um tratamento especial.

Para isso, uma receita caseira do tempo dos nossos avós é perfeita: o escalda-pés.

Veículo de calor ou frio, a água é um dos meios mais eficazes de cura.

Gerando transformações no sistema nervoso e no circulatório, ela é capaz de produzir o equilíbrio térmico do organismo.

escalda pés

Utilizado para relaxamento, insônia, excitação nervosa, irritabilidade, impaciência, problemas respiratórios e depressão, o escalda-pés ajuda a aliviar a pressão dos pés, a descansar as pernas, a reduzir calos e aliviar o estresse do dia a dia.

A pressão e o aquecimento dos pontos nervosos causam um reflexo imediato no equilíbrio de todo o corpo.

Entre os corredores, normalmente são os principiantes que mais sentem o impacto da corrida sobre os pés, pois não estão acostumados ainda com o atrito.

Mas entre os corredores profissionais, uma grande maioria já adotou, há tempos, a técnica do escalda-pés.

Alguns costumam intensificá-la em períodos pré e pós-prova.

Num ritual simples e fácil, o escalda-pés pode ser feito diariamente em casa.

É preciso apenas uma bacia em que seus pés fiquem bem acomodados no fundo dela.

Um bidê também vale, se na sua casa ainda existir um.

Depois de mergulhar os pés numa bacia com água quente (entre 38°C e 46°C), até a altura das panturrilhas, deixe-os de molho de 15 a 20 minutos ou até que a água esfrie e vá massageando-os de vez em quando com as próprias mãos.

Para um efeito mais relaxante, recomenda-se pingar algumas gotas de óleos essenciais.

As essências de eucalipto e menta, por exemplo, combatem o cansaço e livram as pernas da sensação de peso.

A de lavanda, relaxa.

Colocar duas colheres de sopa de sal grosso na água quente também proporciona a sensação de leveza nos pés, alivia dores e desintoxica, já que o sal ajuda a drenar o excesso de líquidos e a reduzir o inchaço.

O escalda-pés com óleos essenciais ainda combate infecções causadas por fungos e curam frieiras, pois são bactericidas, fungicidas e cicatrizantes.

escalda pés

O escalda-pés deve ser feito, preferencialmente, à noite, pois durante o processo você pode usar óleos ou ervas que estimulem o sono.

Ao fim do ritual, use uma pomada à base de arnica ou cânfora, que geram maior conforto.

Outra dica para tornar o seu tratamento mais eficiente é colocar bolinhas de gude na bacia, que vão realizar uma gostosa massagem na planta dos pés.

Se puderem ser verdes e azuis, melhor ainda.

Para os adeptos da cromoterapia, essas cores têm a propriedade de acalmar e tranquilizar.

Uma outra opção, especialmente para os corredores, é o método alternado.

Para este serão preciso duas bacias ou dois recipientes.

Na primeira bacia, coloca-se água quente.

Na segunda, água fria.

Você deve iniciar o procedimento pela água quente, na qual seus pés ficarão submersos por 4 minutos.

Depois deste tempo, tire-os da água quente e coloque-os imediatamente na água fria por apenas 1 minuto.

Repita essa troca de 4 a 5 vezes.

Terminando, enxugue os pés com uma toalha, passe um hidratante e calce um par de meias.

Durante e depois do procedimento, não se deve tomar friagem nem deixar entrar corrente de vento.

O objetivo do escalda-pés alternado é estimular a corrente dos vasos sanguíneos.

A água quente dilata os vasos periféricos; a água fria, contrai.

Isso facilita a circulação do sangue nos pés e nas pernas.

Para obter um resultado melhor, tenha em mãos uma vasilha com gelo e uma garrafa térmica com água quente.

Você vai dosando a temperatura das águas conforme a sua vontade.

Quanto maior a diferença de temperatura entre elas, maior o efeito. Mas cuidado para não se queimar!

É imprescindível lembrar que nem todo mundo pode usufruir deste método.

Mulheres grávidas, idosos, hipertensos e pessoas com trombose ou debilitadas devem ser orientadas por um médico.

escalda pés

Depois de um dia intenso de trabalho, do sobe e desce de escadas e do uso contínuo do salto alto, não há pé que não fique moído, pedindo por um pouquinho de descanso.

Por isso, uma boa opção para relaxar é o escalda-pés, uma prática milenar que alivia o estresse, estimula a circulação sanguínea, reduz o inchaço, suaviza a pele e, ainda, combate a ansiedade.

Feito durante a noite, o banho relaxante para os pés pode ser realizado da forma mais tradicional, apenas com água quente e sal, ou também com alguns ingredientes que ajudam a turbinar os seus efeitos de descontração.

“Na hora de fazer o escalda-pés, uma boa dica é usar frutas como a laranja e o limão, ótimos revigorantes para pele, e ervas adstringentes que ajudam na circulação, como o alecrim e a hortelã”, conta Erika Yukie Kanazawa, massoterapeuta do Espaço Kawa, da zona oeste de São Paulo.

Gostou da ideia? Então veja, a seguir, o passo a passo de como fazer corretamente um escalda-pés revigorante, que a ajudará a mandar para bem longe o cansaço do dia a dia.

Colocar os pés em uma bacia com água quente alivia o cansaço e o inchaço das pernas.

Agora, basta escolher o chá que mais agrada para aromatizar o pedilúvio

Para aliviar o cansaço e até o inchaço nas pernas, uma dica simples e eficaz é fazer um escalda-pés no final do dia.

“Basta preparar um chá bem concentrado, despejar numa bacia com água quente e deixar os pés descansando por cerca de 20 minutos”, explica Sylvia de Seganttini, aromaterapeuta do Kan Tui Day Spa, em São Paulo.

Deve-se prestar atenção apenas na temperatura da água.

“O ideal é que ela não ultrapasse os 37 °C, evitando, assim, alterações na circulação sanguínea”, explica Sylvia.

Para isso, tenha à mão um termômetro específico, que poderá ser usado mais tarde para garantir a temperatura correta.

 Preparo do chá

escalda pés

A escolha do chá pode se guiar pelo efeito desejado.

Sylvia explica: “Hortelã tem ação refrescante, capim limão, relaxante, e flores de calêndulas, hidratante”.

O preparo é simples: basta comprar as ervas frescas ou as flores, picar os maços e colocá-los na água quando ela já estiver fervendo.

“Então, desligue o fogo, abafe e deixe em infusão por 15 minutos.

Só depois coloque o líquido na bacia.”

Para alcançar a temperatura desejada, vale jogar um pouco de água fria.

Difícil encontrar ervas frescas?

Segundo Sylvia, o efeito também é alcançado quando se usam os chás em sachê.

“Nesse caso, é só colocar cerca de cinco saquinhos numa bacia com água quente e mergulhar os pés”, garante.

Potencialize a ação relaxante colocando depois as pernas para cima por 20 minutos.

A terapia do escalda-pés está na lista dos mimos que fazem a diferença para renovar as energias, promover a auto-estima e ainda curar uma dor!

Os efeitos da imersão em nosso corpo funcionam também para os nossos pés.

Por isso, tudo que puder fazer por eles, faça!

Nossos pés merecem cuidados especiais para manter a saúde, o bem-estar, bom humor e a boa aparência.

Os pés, responsáveis por nosso caminhar, nem sempre recebem a atenção necessária e acabam sendo esquecidos.

Aliás, se observarmos bem, há dias que nem prestamos atenção a partir dos joelhos para baixo.

Isso ocorre por que há uma tendência natural em mantermos o excesso de energia yang concentrada na cabeça.

E,  segundo a medicina tradicional chinesa baseada na polaridade yin e yang, o escalda-pés auxilia a distribuir essa energia yang (na cabeça) para a extremidade fria os pés (energia yin).

Esse equilíbrio energético funciona muito bem quando se está literalmente de cabeça quente!

O escalda-pés é tratamento muito antigo, utilizado pelas nossas avós.

Seu principal objetivo era aquecer os pés e tirar a friagem , exposição na chuva, nas gripes e dores articulares.

É importante não levar a expressão “escalda-pés” ao pé da letra!

Na planta dos pés existem pontos que podem ser afetados e o uso de água quente ou fria em demasia não é recomendável.

Sempre que possível se entregue às delícias de receber os cuidados de um profissional especializado na região dos pés, pois de quebra, você ainda pode relaxar numa confortável cadeira reclinável, tomar um chá e finalizar com uma massagem como a reflexologia!

escalda pés

Escalda pés relaxante

Temperatura adequada:  37º C (verão) a  38º C (inverno).

Importante:

Verifique a temperatura da água com o auxílio de um termômetro, evitando queimaduras e respeite a sensibilidade da sua pele.

Use uma bacia funda ou balde largo para que seus pés fiquem confortáveis.

Coloque no fundo da bacia pedras roladas de quartzos verdes e uma turmalina negra.

Material:

– 2 colheres de sopa de sal amargo;
– 1 colher de sal grosso;
– 5 saches de chá de camomila;
– 3 rodelas de limão;
– 10 gotas de extrato de própolis;
– 1 jarra com água bem quente se desejar intensificar o tempo;
– 1 jarra com água fria;
– 1 vasilha tipo caneca ou jarra pequena para auxiliar a jogar água também a partir dos joelhos;
– 1 escova para uso corporal com cerdas macias e firmes;
– 1 toalha macia;
– Creme hidratante especial para os pés;
– Um par de meias de algodão.

Como fazer:

escalda pés

Deixe o ambiente preparado para facilitar a terapia.

Tenha todos os ingredientes a mão, a chaleira com a água quente e a jarra com a água fria.

Inicie escovando a seco as pernas a partir dos joelhos até os dedos dos pés.

A escovação a seco elimina as células mortas, as toxinas e ativa a circulação.

Verifique a temperatura e coloque todos os ingredientes.

Mergulhe os pés com cuidado e relaxe de 15 a 20 minutos.

De quando em quando, adicione mais água quente.

Aproveite para  escovar também às unhas para limpeza.

Com auxílio de um recipiente pequeno, despeje um pouco da água quente da bacia a partir dos joelhos.

Passe a planta dos pés sobre as pedras para massagear a região.

Termine jogando a água fria a partir dos joelhos. Seque bem os pés, dedos e unhas.

Massageie os pés com um creme hidratante apropriado para a região.

Vista as meias e deite-se.

Comentários importantes:

Sal amargo e o sal grosso são anti-sépticos e excelentes para eliminar dores e relaxar.

O extrato de própolis é anti-séptico, fungicida e anti-inflamatório.

A camomila é relaxante, alivia dores e também é anti-inflamatória.

O  limão possui ação clareadora de manchas e atuará nas manchas que são causadas pelos calçados.

As pedras de quartzos verdes facilitam a massagem na planta dos pés trazem energia de cura e bem-estar.

A turmalina negra emite delicadamente raios infravermelhos que auxiliam a tratar e desinflamar as regiões com danos por calçados apertados e outros ferimentos nos pés.

A ação da água fria cria uma ação inversa após a água quente e vai aquecer e relaxar os pés.

Dica: Caso queira apenas renovar as energias, reparar as dores nos pés e pernas para depois ir a uma festa, faça o seguinte:

– Depois de jogar a água fria, jogue mais um pouco de água quente (limpa) e irá refrescar os pés e energizar!

Precauções:

– Para crianças o pedilúvio é indicado para casos de friagem e colocar apenas 1 colher de chá de sal marinho.

– Para peles sensíveis diminuir a temperatura.

– Para gestantes usar a temperatura de 36 a 37ºC.

– A temperatura superior a 37ºC  é  contra-indicada para crianças, hipertensão, hipotensão, diabetes, problemas cardíacos e peles altamente sensíveis.

Fonte: encurtador.com.br/yEUY6

15 de julho de 2019

Dedicando alguns minutos do dia aos pés, podemos contornar ou evitar ressecamento, rachaduras e doenças chatas. Comece o quanto antes!

Quando as temperaturas caem, cobrimos o máximo possível do corpo para ficarmos quentinhas. Os pés, em especial, ficam beeeem blindados contra frio, vento e qualquer sensação de “congelamento”, com meias (às vezes mais de uma por pé) e sapatos fechados de todos os tipos.

É confortável, mas prejudica a pele. Não é raro os pés ficarem mais ressecados, “grossos”, com rachaduras e uma frieira aqui, uma micose ali durante o outono e o inverno. “Os pés já sofrem diariamente carregando nosso peso. Muitas vezes, ficam fechados na maior parte do dia em calçados. No momento de cuidado com o corpo, durante o banho ou o descanso em casa, não ganham a atenção devida”, afirma Cassiana Okada, dermatologista do Hospital Santa Cruz (SP).

Ela explica que dor, desconforto e até sangramentos podem acompanhar o ressecamento e as rachaduras, e que a falta de hidratação e o uso de calçados inadequados são as causas mais importantes para que isso ocorra. A dermatologista Anelise Ghideti, da AE Skin Center, complementa que a diminuição da ingestão de água também é um fator a ser levado em consideração.

As especialistas garantem que tudo pode ser facilmente evitado, desde que dediquemos alguns minutos por dia aos cuidados com a saúde dos pés. Pedimos, então, para elas contarem como é o ritual ideal para os nossos pezinhos. Aí vai, e é bem simples!

Para começar, a limpeza dos pés no banho

Assim como ocorre com a pele do rosto e do restante do corpo e com os cabelos, a pele dos pés fica excessivamente ressecada por causa de água muito quente no banho. Por mais que você ache uma delícia ficar uma hora sob a água do chuveiro a 45°C, é preciso repensar esse hábito se quiser preservar a pele. O banho adequado deve ser a aproximadamente 37°C e durar cerca de 15 minutos.

Então vem a questão da higiene em si. “Os pés confinados em calçados fechados e com pouca ventilação são alvos da proliferação de fungos e bactérias que ameaçam a saúde da pele da região”, diz Cassiana. Esse ambiente quente e úmido é perfeito para o desenvolvimento das micoses e das frieiras. Uma boa limpeza, com sabonetes neutros e esponjas macias, começa a preveni-las.

Uma vez por semana, é legal fazer a esfoliação dos pés, para remover as células mortas, estimular a renovação da pele e facilitar a ação dos hidratantes, que proporcionam aquela maciez deliciosinha.

A dermatologista do Hospital Santa Cruz ensina uma receitinha caseira simples: óleo de coco misturado com açúcar cristal em ponto de pasta. Você deve esfregar essa mistura nos pés apenas com as mãos. “Nunca utilize lixas nos calcanhares. É essa prática que estimula o engrossamento da pele, piorando ainda mais as rachaduras”, adverte.

E as rachaduras, destaca Anelise, funcionam como porta de entrada para os fungos e bactérias de que falamos ali em cima, levando a prejuízos na pele e até a doenças.

Cuidados com os pés ao sair do banho

Já limpinhos, os pés devem estar bem secos para a aplicação de um hidratante específico para a região, que tem entre suas características o alto poder de hidratação e a rápida absorção.

Preste bastante atenção à secagem de seus pés em todos os detalhes, ou seja, seque cada cantinho. Nos dorsos (a parte de cima), nas solas e, principalmente, entre os dedos. Passe uma toalha sequinha em todos esses pontos e, se achar que ainda não foi suficiente, finalize com o secador de cabelos. No final, você precisa senti-los “soltinhos”, sabe? Sem a resistência típica da pele úmida.

Se houver rachaduras na pele dos pés, especialmente nos calcanhares, Anelise recomenda que neste momento sejam aplicadas pomadas cicatrizantes indicadas por uma dermatologista. Espere ela penetrar na pele para em seguida usar o hidratante.

Os princípios ativos a que você deve estar atenta na hora de escolher o seu hidratante para os pés são:

– Ureia (quanto maior a concentração, melhor);

– Manteiga de karité;

– Óleos extraídos de sementes e castanhas;

– Lactato de amônio;

– Glicerina;

– Ceramidas; e

– Aquaporinas.

Por fim, os cuidados gerais com os pés no dia a dia

Dê preferência a calçados que permitam que a pele dos pés respire, como os de tecido de algodão ou de couro natural. Evite sapatos e botas de materiais sintéticos, pois eles impedem a transpiração natural e abafam toda a região. E daí você já sabe: ambiente úmido + rachaduras = micoses e frieiras.

Use meias de algodão e as troque todos os dias. Em casa, pode ficar com sapatinhos ou meias de lã natural para manter os pés quentinhos.

Solados muito finos, planos e duros propiciam o engrossamento da pele da sola dos pés e dos calcanhares; sapatos com saltos altos pressionam as pontas dos pés e engrossam a pele sob os dedos. O melhor, portanto, é usar sapatos e botas com solado macio e um saltinho pequeno, de cerca de 2 centímetros, para manter uma boa sustentação sem engrossar e pele.

E, claro, fique sempre de olho nas alterações da pele. Apareceu alguma descamação estranha, uma mancha ou um sinal inesperado? Consulte uma dermatologista para saber o que é e tratar de forma adequada o mais rápido possível.

Fonte: encurtador.com.br/hvET4

15 de julho de 2019
Meia

Como aquecer os pés no inverno?

Veja as dicas abaixo que dispomos à você.

Princípios básicos para aquecer os pés no inverno:

1- Aqueça seus pés apenas o suficiente para não sentir frio.

Nunca os proteja excessivamente, senão seus pés irão transpirar- e o suor diminui a nossa sensação térmica ao ser exposto a baixas temperaturas.

Conclusão:

Você irá sentir os pés mais quentes no começo, mas logo após irá sentir muito frio.

2-Não use calçados e meias que apertem demais: isso dificulta a circulação do sangue- e baixa circulação sanguínea resulta em mais frio.

3- Escolha calçados e acessórios apropriados.

Itens para aquecer os pés no inverno:

Meia de lã:

Meias mais finas, ocupam pouco espaço no calçado e são possuem lã em sua composição.

Meia térmica:

Um pouco mais grossas do que as meias de lã, as meias térmicas possuem tecido que absorve o suor dos pés para não deixá-los úmidos.

Palmilhas de lã:

Item para deixar qualquer sapato mais quentinho (seja ele bota, tênis ou até mesmo sapatilha).

A palmilha de lã é isola o frio no interior do sapato.

Polaina:

As polainas são esses acessórios estilo meião, que servem para aumentar a proteção do frio na panturrilha, compor o visual da bota e preencher o seu interior para deixar a bota mais justinha na perna

Bota:

A bota é o calçado mais utilizado para aquecer os pés no inverno.

Além de ser um sapato fechado- o que protege os pés do vento- possuem em sua maioria composição de couro, mais adequado para chuvas.

O que usar em cada temperatura para aquecer os pés:

Você pode escolher o calçado mais indicado, ou potencializar seus calçados comuns com alguns reforços extras, aqui vão as dicas para deixar seus pés aquecidos de acordo com a intensidade do frio:

Até 15º Celsius:

Use sapatos comuns fechados.

Nesta temperatura, não é necessário o uso de artigos de frio mais quentinhos (mas se você for muito sensível ao frio, use meias de lã).

Abaixo de 10 ºCelsius:

Você pode usar sapatos comuns fechados, como sapatilhas ou tênis, com artigos apropriados para o frio com palmilhas de lã ou meias de lã comum.

A temperatura já é propícia para tirar as botas do armário e montar looks lindos.

Abaixo 5º Celsius:

Recomendamos aqui o uso de botas, palmilhas e meias de lã.

Abaixo de 0º Celsius:

Você já pode optar por uma bota com revestimento interno .

Neste caso, não será necessário usar as palmilhas.

Observe o solado da bota.

A seguir, o AVôVó preparou para você uma seleção especial com 50 fotos do Pinterest de botas de crochê / lã, para que você se sinta confortável em casa e ao mesmo tempo super quentinha para ter um sono tranquilo: sem friagem e sem passar frio.

Essa seleção serve tanta para as avós que querem comprar ou ter idéias diferenciadas sobre o que fazer com essa maravilha que é o crochê.

Veja só:

meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã
meia de lã / sapato de lã

VôVó, esperamos que tenha gostado das idéias para se aquecer nos dias frios.

Aproveite e se cuide também.

Cuidado com friagens que a leve a resfriados ou doenças advindas com o frio.

Te cuida tá !

Fonte: encurtador.com.br/fhlDO

1 24 de março de 2018

Inverno é a época do ano em que os pés ficam mais esquecidos

Difícil esquecer dos cuidados com o cabelo, rosto ou corpo. Bem fácil esquecer dos pés. Coitados! Eles suportam nosso peso, nos levam para todos os cantos e quase ninguém, mulheres e homens, se importa com eles. No inverno, então, enfiados em botas, sapatos fechados e cobertos por meias, ficam escondidos. Logo, abandonados. Ao contrário do que muitos imaginam, é importante ter os pés hidratados, especialmente nas baixas temperaturas, já que o banho quente resseca a pele e, com o creme deixado de lado, a aspereza é fatal.

Os pés não são alvo de grande preocupação estética. “Os pés merecem atenção em todas as estações. No inverno, em especial, precisam de mais porque, como ficam protegidos do frio, sofrem mais pressão, fissuras (o terrível calcanhar rachado) e calosidade (uso de botas de bico fino). Por isso, é necessário hidratar, esfoliar e não deixá-los tanto tempo cobertos. Eles precisam relaxar e respirar.”

Uma dica prática e com resultado é o velho e conhecido escalda-pés. Mas Tânia explica que o importante é, numa bacia ou num balde, colocar água em temperatura ambiente. Não esqueça de algumas bolinhas de gude e, se quiser, alguma essência, como óleo de camomila ou lavanda. Mas água pura também vale. “A água fria vai dar a sensação de relaxamento e será tão boa que você certamente incluirá na rotina, fazendo sempre. Esqueça a água quente porque ela aumenta a circulação, não é indicada.” A podóloga indica esfoliar também, mas com intervalos. Uma vez por semana, a cada 15 dias ou mensal. Tudo depende do estado dos pés. “Se estiver com a pele grossa, com fissura, é importante esfoliar para eliminar a pele morta.”

A correria do dia a dia pode impedir esse compromisso com os pés. Por isso, lembra que é preciso certo esforço, com boa dose de vontade e querer estar bem da cabeça aos pés. Ela avisa que o correto é hidratar a região diariamente. Ela indica produtos à base de ureia. E alerta: “Não hidrate entre os dedos, essa região deve estar sempre seca para evitar frieira. E se tiver dificuldade de ficar com hidratante, passe, use uma meia por 20 minutos e tire. Vai dar resultado”.

O spa dos pés, tratamento que inclui várias etapas. “Higienização, esfoliação, banheira de ozônio (que age como fugicida, bactericida, relaxa e massageia), massagem, reflexologia, uma bota de parafina para hidratar e fortalecer por 15 minutos e, para encerrar, nova massagem. O tratamento dura uma hora, uma hora e 15.” Há também só a reflexologia ou a massagem. “O cuidado com os pés tem de ser um hábito, pelo menos uma vez por semana. E não é só para a beleza, mas para a saúde. Reserve um tempo do seu dia para eles.” Outra dica: tente, ao menos no inverno, não pintar as unhas dos pés e, assim, descansá-los. “O correto é que todas ficassem sempre um período do ano sem esmalte ou, pelo menos, tirá-lo na quinta se for ao salão no sábado. É para a unha respirar e clarear, já que o esmalte tem muita pigmentação.”

DESCALÇO Os pés são nossa base de sustentação e precisam de atenção. No inverno, como ficam mais “presos” e não se anda descalço, ela diz que é o momento de carinho. “Se no verão o enfeitamos, no frio temos de acariciá-los. O que significa cuidado redobrado.”

A melhor saída é mesmo o escalda-pés. “Prefira a água quente porque, além de mais confortável, a temperatura facilita a penetração do hidratante, que será potencializado, e do sal de banho, que pode ser colocado na água. Aliás, a sensação de bem-estar começa nos pés e percorre todo o corpo.” A gerente reconhece que a água quente ativa a circulação, dilata os vasos, mas nada que vá causar prejuízo. “Água fria nesta época trará desconforto, não é o caso.”

Cuidar dos pés é uma oportunidade de desacelerar, estar mais presente e atenta ao corpo. Hora de aproveitar o tempo para se dar carinho e fazer uma massagem. “Recomendo definir três linhas verticais e apertar o dedão. Esse gestual faz a diferença, já que há inúmeros pontos de energia do corpo nos pés. É uma oportunidade de equilíbrio integral.” Se ainda não ficou convencido e a preguiça ainda o domina, ela lembra que o inverno é “um convite para ter os pés bonitos no verão”.

Cuide-se:

No clima frio, a pele fica mais ressecada. O vento e a diminuição da temperatura contribuem para o ressecamento, que pode levar à coceira. Confira as dicas da dermatologista Samar Harati, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, de São Paulo, para manter sua cútis saudável e hidratada.

1) Tome banhos curtos e mornos
2) Não use buchas para se esfregar. Elas diminuem a oleosidade natural da pele
3) Evite o uso excessivo de sabonete
4) Use hidratante específico para seu tipo de pele. O importante é que ele contenha ureia e lactato de amônia
5) Beba bastante água
6) Para os lábios, que costumam sofrer com rachaduras nesta época, recomendo não umidificá-lo com a saliva, uma vez que sua acidez causa um ressecamento ainda maior. O ideal é usar hidratante labial com filtro solar
7) É importante usar o filtro solar mesmo em dias nublados e chuvosos

Fonte: https://goo.gl/rV1yGp
1 23 de março de 2018

Com a chegada do tempo mais frio e da chuva é inevitável voltar a usar calçado fechado!

Para garantir uma boa manutenção da higiene e saúde dos seus pés, tenha em conta alguns conselhos práticos:

Consulte um podologista no outono.

Uma consulta de higiene e manutenção é aconselhada para prevenir problemas nos pés, nomeadamente fungos da pele (dermatomicoses) e das unhas (onicomicoses), excesso de transpiração (hiperhidrose) e mau odor (bromohidrose).

Os podologistas utilizam técnicas e equipamentos altamente diferenciados para o tratamento e manutenção dos pés.

Se tiver um problema de excesso de calosidade (hiperqueratose) ou uma infecção fúngica esta é uma boa altura para tratar, pois poderá ter o problema solucionado e obter uns pés cuidados e sem problemas quando chegar novamente o tempo de usar calçado aberto e de mostrar novamente os seus pés!

A escolha do calçado é muito importante e por esse motivo os conselhos abaixo indicados poderão ser extremamente úteis:

Características a ter em conta na escolha do calçado para o dia-a-dia:

– Pele natural ou couro curtido.

– Sola amortecedora (borracha/elastómero ou couro, mas este é mais duro e perde-se a propriedade de amortização dos choques) e flexível, mas não demasiado mole para que não haja movimentos de torção do pé.

– Frentes amplas que respeitem a volumetria do pé e dos dedos para que caibam em toda a sua amplitude e se movam dentro do sapato sem sofrerem apertos e deformações.

– Contraforte no calcanharque sustente o calcanhar e impeça a instabilidade do pé (não se recomenda sapatos com contraforte mole no calcanhar).

– Salto ideal entre 2 e 3 cm.

Os critérios básicos de seleção de calçado ideal para o dia a dia, são os acima referidos. Contudo existem outros critérios igualmente importantes que se puderem ser atendidos só trarão benefícios:

Comprar os sapatos ao final do dia (quando o pé está mais dilatado),

Escolher o número do sapato, atendendo ao comprimento do dedo mais comprido que nem sempre é o primeiro dedo (dedo mais gordinho ou hallux),

Evitar costuras, principalmente a nível digital,

Podem ter velcros, fivelas, elásticos ou atacadores que facilitam o ajustamento ou alargamento do sapato mediante a necessidade,

Devemos optar por marcas ou modelos de sapatos que já conhecemos, que tenhamos usado ou que sabemos que nos farão sentir bem,

Não devemos comprar sapatos apertados e que não ‘encaixem’ ou não se adaptem bem ao pé.

Tenha em conta que o nosso pé alarga e alonga ao longo da vida!

A carga a que estão diariamente submetidos para transportarem o nosso corpo, por vezes o aumento de peso, a gravidez nas mulheres, são fatores que promovem o abatimento das estruturas do pé (alongam o pé) e o aumento dos espaços interósseos (alargam o pé). Deste modo devemos verificar com regularidade o número ou o tamanho do calçado, pois, pode ser necessário um calçado maior à medida que os anos vão passando.

Há autores que defendem que se compre calçado 1 a 2cm maior do que o pé para que os dedos não toquem na ponta do sapato e possam ter espaço para se movimentarem dentro do calçado, respeitando assim a volumetria digital.

Uma boa forma de percebermos se os dedos têm espaço suficiente é reparar nas articulações por cima dos dedos se estas se apresentam curvas (dedos em garra) ou se os dedos estão muito unidos e até sobrepostos no momento em que nos descalçamos, percebemos que o espaço para os dedos é pouco ou que o calçado está demasiado justo.

Devemos optar sempre por um calçado que permita usar um número um pouco maior do que o tamanho dos nossos pés, para que o pé não fique apertado ou demasiado ajustado!

Para que seja mais fácil andar de calçado um pouco maior do que o nosso pé, no outono e no inverno, opte por botas e botins desta forma o calçado não sai do pé e o pé sente-se mais ‘à vontade’ do que com um sapato!

E porque nunca é demais lembrar:

Faça uma consulta de manutenção e higiene antes do verão e depois do verão, por isso está na altura de visitar o seu podologista!

Fonte: https://goo.gl/3LJ3RW
21 de março de 2018

Nas mudanças de estação, alguns cuidados devem ser observados, tanto com os pés quanto com os calçados.

As estações mais frias estão chegando e os pés merecem atenção e cuidados especiais. “Cuidar dos pés é sinônimo de preocupação com a saúde e bem estar físico. Depois de um bom tempo com os pés acostumados à folga proporcionada pelos calçados abertos, é no inverno que os germes aparecem, comprometendo a saúde. Por isso cuidar dos pés, em qualquer estação do ano é sempre importante”, alertam especialistas.

Além de cuidar da boa saúde dos pés, a escolha do calçado também é igualmente importante. Um bom calçado que tenha pelo menos alguma ventilação faz toda diferença na hora de evitar o aparecimento de micoses e bactérias. Por isso, para manter os pés saudáveis e sem complicações prefira meias de boa qualidade, sapatos confortáveis, com solas macias.Dica: seque e areje o calçado após o uso.

1. Dê preferência para meias de boa qualidade, que permitam que os pés respirem.

2. Nem um pouco largo, nem um pouco apertado: é preciso que o sapato esteja confortável.

3. Observe se o sapato se adapta aos dedos – que devem ficar livres dentro do sapato – e ao calcanhar. Ande um pouco com os calçados novos pela loja para sentir como se adaptam aos pés.

4. Seque e areje seus calçados após o uso, deixando-os por pelo menos duas horas em local aberto e ventilado. Não tente secá-los em fornos ou atrás da geladeira, isso estraga os calçados e resseca o material.

5. Opte por calçados confortáveis, feitos com couro natural e forrados.

6. Calçados com solas macias e absorventes podem ser mais confortáveis, principalmente se a atividade profissional obriga o usuário a ficar muitas horas em pé.

7. Hidrate os pés com um creme específico para a região.

8. Ao usar saltos, o ideal é optar por plataformas e bicos mais largos, para amenizar os problemas recorrentes do seu uso.

9. Para pessoas com lesões neuropáticas (diabetes, hanseníase) não é aconselhável o hábito de andar descalço.

10. Se perceber qualquer alteração nos pés, ou se eles apresentarem dores constantes, procure seu médico.

Fonte: https://goo.gl/UGW495
20 de março de 2018

Até mesmo os pés exigem cuidados especiais no outono, devido à combinação de tempo frio e seco com o uso constante de sapatos fechados. Para evitar ressecamento, rachaduras e manchas o ideal é que, pelo menos uma vez na semana, alguns minutos sejam dedicados ao tratamento dos membros inferiores.

“A atenção deve ser intensificada nessa época, pois com as temperaturas mais baixas e pouca umidade, o risco de contaminação por fungos aumenta”, explica Maria Paula Del Nero, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Como consequência, há a tendência a problemas como micose e calosidades.

s

“Quem não toma os devidos cuidados com a pele dos pés pode sofrer também com unhas encravadas, manchas esbranquiçadas e rachaduras nas plantas, que, muitas vezes, são bastante dolorosas”, alerta Elvira Cancio Assumpção, dermatologista da Clínica Vivid, em São Paulo. Confira, a seguir, cinco dicas que devem ser incorporadas ao dia a dia para fugir desses problemas.

Hidratação à base de ureia 
O mais necessário e eficiente cuidado para se ter com os pés é a hidratação. Assim, o recomendável é aplicar um hidratante na região após o banho e, em seguida, colocar uma meia para intensificar a ação do produto na derme. Para evitar o ressecamento, recomenda-se que soluções à base de ureia sejam utilizadas duas vezes ao dia.

Esfoliação com mel e açúcar 
Remover as células mortas e as bactérias do tecido cutâneo também é muito importante. Uma rápida mistura caseira de açúcar e mel pode dar conta do recado quanto aplicada na área semanalmente.

Óleo de amêndoas 
Aplicar óleo de amêndoas nos pés todas as noites, com movimentos de massagem, ajuda a revitalizar a pele da região. Além disso, algumas dessas fórmulas são indicadas para serem utilizadas em conjunto nos membros superiores.

Secar bem sempre 
Pode parecer bobagem, mas, na verdade, secar os pés com cuidado também é um truque para combater as indesejadas micoses. Passar a toalha na parte de cima, na sola e também no meio dos dedos do pé evita a umidade e, consequentemente, a presença dos fungos.

Uso dos calçados 
Outro item importante para garantir pés saudáveis é não usar o mesmo sapato com frequência, variando entre os modelos encontrados no armário. Isso porque os tipos abertos tendem a ressecar muito os pés, enquanto os fechados facilitam a vida de fungos.

Fonte: https://goo.gl/z5PfSE