24 de abril de 2020

Enquanto tudo parece estar indo bem, muitas vezes não prestamos muita atenção a nossos pés.

Eles passam muito tempo cobertos por meias ou sapatos, e, como diz o ditado, “o que os olhos não veem, o coração não sente”.

Mas, assim que algo não vai bem com os pés, fica impossível ignorá-los. Em alguns casos isso pode ser bom, já que sintomas de problemas de saúde mais sérios podem manifestar-se inicialmente nos membros inferiores.

Veja alguns sintomas comuns para os quais é bom ficar atento e algumas explicações possíveis do que esses sintomas podem significar para sua saúde.

Pés frios

Para muitas pessoas, “pé frio” não é uma simples figura de linguagem. Embora seja possível sentir frio nos pés sem que isso tenha alguma causa subjacente mais grave, sentir frio crônico nos dedos dos pés pode ser sinal de má circulação sanguínea. O tabagismo e condições de saúde ligadas a ele, como a DPOC, podem reduzir a capacidade de absorção de oxigênio dos pulmões, levando a níveis mais baixos de oxigênio no sangue. E a doença arterial periférica (DAP) e outras formas de doença cardíaca podem levar ao estreitamente das artérias, dificultando a circulação de sangue em todo o corpo. As extremidades, como as mãos e os pés, são especialmente sensíveis à má circulação, que pode manifestar-se com a sensação de frio. Se você notar que seus pés estão quase sempre frios ou entorpecidos, consulte seu médico para verificar se há problemas médicos subjacentes.

Coceira nos pés

Por mais que isso possa ser desagradável, a coceira nos pés não costuma ser sinal de alguma condição médica preocupante. A razão mais frequente de escamação e coceira nos pés é uma infecção fúngica, com o pé de atleta. Essas infecções são favorecidas em ambientes úmidos; geralmente começam entre os dedos do pé e ocorrem mais frequentemente em pessoas cujos pés transpiram muito por ficarem confinados em sapatos muito justos. O pé de atleta é contagioso, mas pode ser tratado facilmente com antifúngicos vendidos sem receita médica. Em alguns casos a coceira nos pés pode ser uma reação alérgica a cremes para a pele ou resultado de uma doença imune como a psoríase. Procure o médico se a coceira persistir ou se agravar com medicamentos vendidos sem receita médica.

Descoloração da pele

Uma erupção ou infecção fúngica como o pé de atleta geralmente causa escamação e vermelhão na pele, mas muitos outros problemas podem provocar descoloração dos pés. Uma desordem conhecida como fenômeno de Raynaud se caracteriza por uma sequência de mudanças de cor na pele quando reagem ao frio ou estresse. Em um episódio de Raynaud, a área afetada embranquece, à medida que as artérias se estreitam e o fluxo de sangue se reduz. A área afetada pode ficar fria ou entorpecida e, quando o fluxo de sangue diminui ainda mais, a pele pode ficar azulada. À medida que a circulação melhora novamente, a pele pode ficar avermelhada antes de finalmente voltar ao normal. O fenômeno de Raynaud acontece principalmente sem qualquer doença subjacente. Em alguns casos, contudo, pode ser um indício antecipado de um problema mais grave, como artrite reumatoide ou lupus.

Baqueteamento digital

O baqueteamento digital envolve mudanças na área em volta das unhas das mãos ou dos pés. Os sintomas comuns incluem o amolecimento do leito ungueal, acentuação da convexidade da ponta dos dedos do pé e a curvatura das unhas para formar um ângulo maior com o dedo do pé (o chamado baqueteamento). Uma maioria importante dos casos de baqueteamento vem de doenças cardíacas e pulmonares que reduzem o nível de oxigênio presente no sangue. Procure seu médico se você observar mudanças em suas unhas da mão ou do pé que pareçam um baqueteamento, pois elas podem ser sinais de problemas sérios como câncer pulmonar, doença cardíaca e doença de Crohn.

Pés inchados

A maioria das pessoas sofre de inchaço nos pés em algum momento da vida. Com frequência o edema se deve a algo simples, como passar muito tempo em pé, usar calçado muito apertado, fazer uma viagem aérea longa ou sofrer uma lesão pequena, como uma torsão do tornozelo. Mas, se o inchaço se prolonga por mais que dois ou três dias, pode ser sinal de uma condição médica mais grave. Fluidos como o sangue podem acumular-se nas pernas em consequência de doença cardíaca congestiva, doença renal ou até como efeito colateral de remédios para diabetes e hipertensão. O inchaço também pode ser fruto de inflamações resultantes de artrite reumatoide ou oesteoartrite. É importante procurar atendimento médico de emergência se o inchaço for acompanhado por sintomas como dor no peito, dificuldade de respirar ou tontura, pois podem ser indícios de um coágulo sanguíneo ou outra condição cardíaca grave.

Sensação de queimação

A sensação de queimação nos pés pode variar de leve (entorpecimento e formigamento) a grave (dor tão forte que atrapalha o sono). Algo tão simples quanto pés cansados ou uma infecção comum como o pé de atleta pode provocar sintomas de curto prazo como queimação ou formigamento. Em casos mais graves, a queimação nos pés pode ser sinal de lesões nos nervos decorrentes de diabetes ou de uma condição circulatória conhecida como doença arterial periférica (DAP). Procure o médico se a sensação de queimação se prolongar por algumas semanas, se os sintomas se intensificarem, se a dor aumentar ou você começar a perder a sensibilidade nos pés ou dedos dos pés. Enquanto isso, a sugestão da Clínica Mayo é fazer repouso com os pés elevados, para aliviar os sintomas. E banhar os pés em água fria também pode reduzir a dor e queimação.

Dor no dedão do pé

A dor generalizada nos pés e uma coisa, mas uma dor localizada às vezes aponta para um problema mais específico. Se a dor é localizada na ponta e no canto da unha, pode ser sinal de unha encravada. Uma dor repentina e forte que se repete na articulação do dedão pode ser indício de uma forma complexa de artrite conhecida como gota. Os sintomas de gota incluem dor articular intensa seguida por desconforto prolongado; frequentemente se apresentam à noite, sem qualquer indício prévio. A artrite reumatoide pode ser outra explicação, pois seus sintomas iniciais tendem a ser sentidos nas articulações dos dedos dos pés e das mãos, antes de passar para pés e mãos propriamente ditos. Se você sentir desconforto persistente ou dor localizada repentina sem explicação aparente, marque uma consulta com o médico.

Unhas do pé amareladas

Como é o caso com outras partes do corpo, a descoloração das unhas do pé pode ser sinal de que algo não vai bem. A onicomicose (infecção fúngica das unhas) muitas vezes começa como pontinho amarelo sob a ponta da unha. Infelizmente, como você talvez tenha aprendido nas aulas de biologia, os fungos se dão bem em ambientes escuros, úmidos e quentes, de modo que a parte de baixo de uma unha do pé é perfeita para eles. Se não for tratada, essa descoloração pode chegar mais fundo na unha e se alastrar para os outros dedos do pé. Tirando alguma dor leve e o prejuízo estético, as infecções fúngicas das unhas geralmente não constituem grande perigo para a saúde. Mas, se você tiver diabetes, uma infecção fúngica sem tratar pode prejudicar a circulação sanguínea em seus pés e levar a complicações mais sérias.

Unhas do pé esbranquiçadas

A descoloração branca das unhas não é necessariamente sinal de algum problema de saúde. A leuconíquia é o termo médico que descreve manchas brancas comuns que começam na base da unha e se movem à medida que a unha cresce. Contrariamente à ideia popular, essas manchas não são sinais de uma deficiência vitamínica e são vistas como inofensivas, de modo geral. Mas uma mancha branca na ponta da unha pode ser mais séria. Uma lesão pode levar parte da unha do pé a separar-se do leito ungueal, o que pode fazer a ponta da unha ficar mais branca. E algumas infecções fúngicas se manifestam inicialmente como manchas brancas na ponta da unha. Se não forem tratadas, elas podem chegar à unha inteira, provocando mais descoloração e potencialmente fazendo a unha se descolar do leito ungueal.

Originalmente publicado no site Daily RX

29 de março de 2020

Beleza, cabelos, cuidados com a pele, rosto, mãos e principalmente unhas, estão entre as preocupações das mulheres e homens nos centros de estética. Estima-se que mais de 20% das pessoas com mais de 40 anos possuem as chamadas micoses de unhas (onicomicose).

Frequentemente elas surgem nos pés, mas também existem muitos casos da presença do fungo nas mãos. As micoses das unhas são infecções que se desenvolvem pela presença constante em ambientes úmidos ou quentes. Compartilhar piscinas e banheiras também favorece o surgimento das micoses das unhas. As micoses nas unhas são infecções que levam tempo entre meses ou até anos para se alcançar um resultados de cura e eliminação total do fungo. Esse tratamento inclui medicamentos para uso tópico, como esmaltes, ou ainda remédio via oral. A combinação dos medicamentos aumentam a eficácia de todo o tratamento.

Mas, o início do tratamento e qual a melhor forma de cura depende do diagnóstico médico, que vem de encontro com a descoberta de qual fungo é o causador da micose.

Em casos mais avançados de infecção o tratamento inclui medidas cirúrgicas, raspagem e ácidos.

Dicas para prevenção de micoses nas unhas

Dê atenção especial as unhas pelo menos uma vez na semana. As unhas quebradas, estragadas, sujas e sem cuidados aumentam a possibilidade de desenvolvimento de fungos causando a infecção e micose. Seque bem entre os dedos dos pés, as micoses se desenvolvem em lugares úmidos, e manter os pés e entre os dedos sempre bem seco evita a infestação dos fungos.

Evite andar descalços em lugares públicos, esteja sempre calçada com no mínimo chinelos.
Elimine os sapatos apertados do seu armário, a pressão exercida nos dedos causada pelos saltos altos ou sapatos de bico fino também machucam as unhas e não as deixam confortáveis, favorecendo o desenvolvimento dos fungos.

Essas são só algumas dicas para que você tenha seus pés e mãos livres de fungos e micoses, o importante é sempre estar atento ao surgimento de manchas e coceiras.

4 de fevereiro de 2018

Boa tarde!

Vocês sabem o que fazer quando a unha de vocês cairem, por qualquer motivo (batidas fortes, micose, etc)?

 

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Bom, a primeira coisa a se fazer é procurar um dermatologista, que irá indicar o produto certo à ser usado, uma vez que a unha caída deixa o dedo exposto, ou seja, está suscetível à infecções e outros problemas. Em seguida, vale a pena consultar também um podólogo e seguir suas dicas.

O que é possível fazer em casa, sem indicação médica, é evitar sapatos fechados e fazer curativos regularmente, além de proteger o dedo com o antibiótico passado pela médica (que provavelmente será em pomada/creme).

 

3 4 de fevereiro de 2018

Os calos e calosidades são espessamentos da camada mais externa na pele em regiões suscetíveis a atritos e pressão. Ocorre normalmente na palma das mãos e pés.

A pele, sob estresse constante, produz uma hiperqueratinização, que é a responsável pelo engrossamento da camada mais externa, a epiderme. Os sintomas dos calos são visíveis e fáceis de serem detectados. Nas mãos, eles formam protuberâncias espessas.

Nos pés, podem aparecer como protuberâncias de cor amarelada. Por vezes, podem surgir entre os dedos, chamados de olho de perdiz.

O diagnóstico é feito por exame clínico, normalmente visual.

Mas o médico pode solicitar exames mais específicos para diferenciar de outras doenças, como verrugas. Pessoas que recebem muito atrito nas mãos e pés, como atletas ou trabalhadores, são as mais suscetíveis a terem calos. pessoas que andam de salto alto ou sapatos apertados também têm mais chances da doença.

O tratamento normalmente consiste em hidratar a área lesionada e retirar os calos com pedra-pome. O médico pode indicar medicamentos abrasivos para os calos, como ácido salicílico ou ureia. Remédios caseiros como óleo de amêndoas e suco de celidônia também combatem os calos.

A fim de evitar os calos, é importante que a pessoa proteja as áreas do corpo mais atingidas, como mãos (luvas) e pés (sapatos adequados e não apertados). Um alerta especial é para os diabéticos e pessoas com problemas circulatórios. Neles, os calos costumam ser mais graves.

Definição

Calos

O calo é caracterizado por um espessamento das camadas externas da pele em resposta à pressão ou fricção repetida.

O calo é definido como um espessamento da epiderme, isto é, a camada mais externa da pele, em pontos de pressão, com a palma da mão ou do pé.

Calos nos pés – calosidades

No que diz respeito aos calos nos pés, normalmente são dolorosos, causando inchaço e localizados nos dedos dos pés.

Se for entre os dedos dos pés, é chamado de olho de perdiz, olho de peixe, olho de boi, etc. Estas condições são o resultado de desgaste excessivo da pele.

As calosidades raramente são dolorosas.

Causas

A pele é composta por três camadas: a hipoderme mais profunda, a derme que pé intermediária e a epiderme, que é a camada mais externa. Isto inclui as diferentes sub-camadas da pele compostas células chamadas queratinócitos, que estão constantemente evoluindo em um ciclo fisiológico. Os queratinócitos envelhecem progressivamente e formam a queratina.

Ao mesmo tempo, as células que morrem são empurradas pelas células novas para as camadas mais externas (ou sub-stratum corneum) e, finalmente, são expelidas através da descamação. Num processo normal de queratinização, as células são removidas quantitativamente idênticas às novas gerações.

No caso em que a pele está sob stress, tais como a fricção ou pressão repetitiva, o mecanismo fisiológico de queratinização é desregulado. Dessa forma, o corpo superproduz queratinócitos resultando no espessamento da pele. Esse fenômeno cria os calos hiperqueratinizados.

Calos nas mãos normalmente ocorrem em pessoas que lidam com ferramentas pesadas ou fazem esforço repetidamente. Ginastas e pessoas que trabalham com machados e enxadas são as principais afetadas.

Calos nos pés calos são causados pelo uso de calçados inadequados, muito apertados ou saltos muito altos. O risco aumenta com a presença de qualquer deformidade do pé ou anormalidades como hálux valgo (desvio anormal do dedão do pé para fora), ou dedos dobrados como “martelo”.

Sintomas

Calosidades

A calosidade se manifesta pelo espessamento de algumas áreas da pele que são submetidas ao atrito ou pressão. As calosidades podem estar na palma da mão ou na sola dos pés.

O tamanho e forma das calosidades variam. Geralmente não são doloridas.

Calos

Fala-se em calosidade ortopédica ou calo, se for pequeno e amarelado de aspecto cônico. Muitas vezes, pode haver uma inflamação da pele.

O calo é geralmente encontrado na parte de trás das articulações, especialmente o dedo mindinho e na borda externa do pé. Dor no pé é muitas vezes frequente e a evolução mais complicada é manifestada através do olho de peixe entre os dedos.

Diagnóstico

Os calos são facilmente reconhecidos. No entanto, o médico pede o histórico médico do paciente ou uma biópsia. Seu objetivo é diferenciar os calos de outros sintomas similares, tais como verrugas.

O profissional de saúde pode examinar para detectar anormalidades como sua postura ou a de seus pés.

Complicações

Os calos causar complicações e, por vezes, causar infecções ou mesmo pus no local da lesão. Nos diabéticos, eles são mais perturbadores. Na verdade, o paciente muitas vezes procura ajuda médica tardiamente, pois as lesões são indolores. Os cientistas chamam essa condição de úlceras plantares, e são muito difícil de curar.

Tratamento

Os calos são uma resposta do organismo de forma a proteger a pele contra os excessos de pressão e fricção. No entanto, os calos devem ser tratados em casos de dor ou o risco de complicações.

Em casa, primeiro faça um escalda-pés com água morna e sabão por cerca de dez minutos. Em seguida, raspe o calo com uma pedra-pome ou lixa para essa finalidade. Repetir este tratamento regularmente.

Na ausência de contraindicação, o profissional de saúde pode prescrever substâncias que ajudam a remover os calos. Estas são as drogas contêm ácido acetilsalicílico, ácido láctico ou ureia.

Mal formações ou outras anormalidades nos pés são mais complicadas e podem precisar de cirurgia.

Em todos os casos, consulte a opinião do podólogo, ou seja, o especialista do pé e suas doenças, para tratar os calos.

Fitoterapia

  • Misture três colheres de chá de água com a mesma quantidade de suco de limão e 5 comprimidos de aspirina em pó. Espalhe a pasta sobre a área a ser tratada e enrole o pé com um saco plástico coberto com uma toalha quente por 15 minutos.
  • Um método mais fácil é usar casca de banana. Prenda-a com uma tira de pano. Aplicar por todo o calo de modo que a face externa da casca de banana esteja em contato com a lesão. Deixe a preparação atuar durante a noite e, em seguida, repita com uma nova casca. Finalmente, raspar calo com uma pedra-pome.
  • Resina de broto de pinheiro é eficaz no olho de perdiz. Basta colocá-la sobre a lesão por uma noite e um dia.
  • Você também pode remover o calo aplicando a mistura de dois dentes de alho e meia colher de chá de mel uma vez por dia. Fixe a preparação com uma compressa e uma fita adesiva. Lixar progressivamente eliminar o calo.
  • Veja também: suco de celidônia.

Suco de celidônia

Uso
Contra as verrugas e calos e calosidades em geral.

Ingredientes

O suco ou seiva da celidônia (numa boa celidônia, a seiva é possível de ser coletada).

Preparação

Basta cortar o caule da celidônica para coletar a seiva (suco).

Posologia

– Aplicar directamente a seiva sobre a(s) verruga(s). Você pode repetir a aplicação várias vezes ao dia.
– Aplicar o suco de celidônia também sobre calos e calosidades, várias vezes ao dia.

  • Veja também: remédio contra calos dos pés.

 

Ingredientes

– Óleo de amêndoas doce.
– 2 comprimidos de ácido acetilsalicílico (aspirina).

Preparação

Dissolva os comprimidos de aspirina em uma colher de sopa do óleo de amêndoas doce.
Misture bem.

Posologia

Massageie o pé com a mistura, principalmente nos locais com calos. Você pode usar um algodão e aplicar durante a noite. Continue a utilizar dia após dia até notar uma melhora nos calos.

Dicas para os calos e calosidades

Para evitar os calos e calosidades:

  • Usar luvas se suas mãos se ferem facilmente.
  • Use sapatos de boa qualidade, flexíveis, grandes e adaptados para os seus pés.
  • Evite também sapatos pontudos ou saltos altos.
  • Durante o tratamento, prefira ficar com os pés descalços ou, pelo menos, colocar sandálias.
  • Use nos pés curativos, palmilhas de espuma, ou outros acessorios para proteger os dedos.
  • Se você é diabético, tenha muito cuidado e consulte um podólogo regularmente para evitar a úlcera nos pés.
  • Tome precauções extras se você for idoso ou se os seus vasos sanguíneos têm problemas.
  • Aplique hidratantes sobre a pele de seus pés.

Consulte um médico se:

  • O seu calo dói ou se você tem sensação de queimação, vermelhidão, cianose ou sangramento.
  • Se você for diabético ou sofre de doença vascular.

O que não fazer:

  • Não retire os calos com objetos cortantes.
  • Ferir o calor, porque ele vai crescer de volta.
  • Aplicar substâncias corrosivas na pele saudável, pois há risco de queimadura.
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4 de fevereiro de 2018

O stress é um ponto de partida para o Pé-de-atleta

Ocorre que, em situações de stress, o sistema imunológico sofre um rebaixamento, fica deprimido. Na verdade, existem vários tipos de fungos que podem atacar as pessoas, mas eles não atacam quando o sistema imunológico (as nossas defesas) está bem fortalecido. O mesmo se dá ao nosso departamento de defesa do organismo, que é o sistema imunológico. Daí para o ataque e proliferação dos fungos, é apenas um passo.

O que é Pé-de-atleta?

Infecção extremamente comum, que ataca mais homens do que mulheres, em geral adultos, o pé-de-atleta, ou frieira, é cientificamente chamado de tínea interdigital.
O pé-de-atleta, uma micose que atinge milhares de pessoas, é uma infecção facilmente tratada, que se apresentam em número superior a um milhão de tipos diferentes de fungos.
Quando os fungos que causam o pé-de-atleta (os Epidermphyton) entram em contato com a pele dos pés, particularmente nos vãos dos dedos, que é a região normalmente mais abafada e mais úmida, surge uma reação no tecido de modo a combater os efeitos do agente nocivo. Esse efeito também pode ocorrer, seja ele causado ou não por micróbios, por isso é necessária um exame micológico quando surgem os sintomas.
O pé-de-atleta, além do desconforto, pode causar problema estético nos pés. Assim, os pés reclamam quando surgem fissuras entre os dedos que causam uma impressão de falta de cuidados ou de higiene. As fissuras podem servir de porta de entrada para microorganismos oportunistas, por exemplo a erisipela.

Estética

As fissuras podem surgir desde uma pele vermelha que se descama até pequenas bolhas e um formato esbranquiçado da pele, com leves tons cinza, típicos de fungo.
Os pés também reclamam quando começam a sofrer pruridos ou coceiras, ou quando, depois de avançada a micose, são obrigados a se esconderem dentro dos sapatos quando a pessoa sai à rua. O odor fétido – bromidoso é explicado pela morte e decomposição de bactérias que alteram a composição química do suor.
Os pés correm o risco de sofrer desse problema quando são conservados dentro de sapatos fechados, especialmente com meias sintéticas, e esse risco se acentua no verão.
Uso diário de botas de couro, coturnos ou de borracha, os cuidados devem ser redobrados porque a transpiração dos pés é maior.
Qualquer pessoa, entretanto, que não faça a correta higiene dos pés ou que calce sapatos com os pés ainda úmidos ou usar meias e calçados que pertencem a outra pessoas contaminada, pode desencadear a ação do fungo.
Existe também o risco de contágio, principalmente para pessoas que andam descalças na praia ou nas piscinas e balneários.

Como se Cuidar:

– Lavar bem os pés com escovação diária da região plantar e enxugar principalmente entre o vão dos dedos, com muito cuidado.
– Procurar um dermatologista caso tenha algum sintoma de coceira, descamação, dor sob as unhas ou aparência de ‘bolor’ nos vãos entre os dedos do pé.
– Iniciar o tratamento o mais rápido possível após a constatação de pé-de-atleta, lembrando que uma infecção, se mal cuidada, pode desenvolver outras doenças.
– Em geral, o tratamento é feito com pós e cremes antifúngicos, de aplicação local. Se o problema estiver muito acentuado, o médico pode receitar antimicótico via oral.
– Limpar os sapatos por dentro, usando desinfetante diluído ou álcool, deixando-o secar bem antes de calçar.
– Usar meias de algodão, que são permeáveis.
– Usar chinelos quando estiver andando em piscinas, praias e locais úmidos de grande fluxo de pessoas. Prevenir essa infecção é importante e manter o tratamento mesmo depois de desaparecidos os primeiros sintomas é fundamental, pois ela pode voltar se o tratamento for interrompido.

12 de dezembro de 2017

A unha pode encravar por diferentes razões, no entanto, a principal causa é o corte errado das unhas que acaba facilitando o crescimento anormal da unha e seu desenvolvimento debaixo da pele, causando dor intensa.

Outras das principais causas das unhas encravadas incluem:

– Sofrer pancadas no pé: alguns acidentes, como bater com o dedão no pé da mesa, podem provocar deformação da unha que começa a crescer para dentro da pele;

– Utilizar sapatos pequenos ou apertados: este tipo de calçado aperta muito os dedos facilitando a entrada da unha para debaixo da pele;

– Ter dedos pequenos: em algumas pessoas a unha pode crescer em excesso para o tamanho do dedo, provocando o desenvolvimento da unha para debaixo da pele.

Além disso, a unha encravada também é mais comum em pessoas com malformações das unhas ou dos pés. Nesses casos, é recomendado ter cuidados extra, especialmente na hora de cortar as unhas, para evitar esse problema.

Entenda porque a unha encrava e como evitar

Como cortar as unhas corretamente

Uma vez que o corte das unhas é a principal causa de unhas encravadas é muito importante saber como cortar corretamente. Para isso, as unhas devem ser cortadas em linha reta, evitando cortar o cantos, pois o cantos ajudam a guiar o crescimento da unha, evitando que se desenvolvam para debaixo da pele.

Além disso, não se deve cortar a unha muito curta porque isso aumenta o risco de ela dobrar e penetrar a pele na parte da frente do dedo.

21 de junho de 2017

A unha levemente encravada pode ser tratada, tentando-se levantar o canto da unha que está encravada, inserindo um pedacinho de algodão ou gaze entre a unha e a pele, porque assim a unha descola da pele e desencrava.

Contudo, quando a área em torno da unha fica muito vermelha, inchada e com pus, o problema pode exigir o uso de uma pomada antibiótica prescrita pelo médico, como Nebacetin ou Diprogenta.

Uma pedicure ou podólogo poderão desencravar a unha, cortando as bordas da unha encravada com um bisturi, uma tesoura fininha de ponta reta ou alicate próprio, mas em alguns casos pode ser preciso realizar uma pequena cirurgia para desencravar a unha.

Tratamento caseiro para unha encravada

Para tratar a unha levemente encravada e inflamada em casa, é recomendado:

  1. Deixar o pé ou a mão que tem a unha encravada de molho em uma bacia com água morna ou quente, por cerca de 20 minutos;
  2. Tentar levantar o canto da unha que está encravada com uma pinça e colocar um fio de dental, pedacinho de algodão ou gaze entre a unha e a pele para mantê-la elevada, trocando diariamente após deixar o dedo em água quente durante 20 minutos. Esse procedimento é ideal para quando a unha está suavemente encravada mas ainda não está inflamada;
  3. Passar alguma solução antisséptica e cicatrizante como o Povidine, por exemplo, para ajudar na cicatrização e evitar que a região infeccione.

Se necessário, para aliviar a dor quando se tenta levantar a unha encravada e inflamada, pode-se passar uma pomada anestésica como lidocaína no local. Após a colocação do algodão ou gaze, se o indivíduo continuar com dores, pode tomar um remédio analgésico e anti-inflamatório como Ibuprofeno ou Paracetamol, por exemplo.

Se a unha estiver muito encravada, inflamada ou com pus e não for possível caminhar normalmente, nem tentar soltar a unha da pele, deve-se procurar um podologista, enfermeiro ou dermatologista para desencravar a unha. Assim, o procedimento pode ser feito corretamente e sem o risco de agravamento como entrada de bactérias, por exemplo.

O que não fazer 

Em caso de unha encravada não se deve cortar a parte da unha encravada; cortar a unha em “v”, nem colocar um curativo apertado. Estas medidas apenas pioram a unha encravada e aumentam o risco da unha encravar novamente.

dedão do pé encravada

unha encravada

Quando ir ao médico

É indicado ir ao dermatologista quando existe alguma das seguintes situações:

– Diabetes;

– Se a unha está muito encravada, inflamada, com pus e não é possível mexer na unha;

– Se o dedo estiver muito inchado ou se a circulação parecer estar presa.

Também é indicado buscar ajuda profissional se houver lesões na região afetada ou sinais de má circulação sanguínea.

Como tratar a encravada com pus

A unha encravada com pus deve ser vista por um dermatologista, pois nestes casos, geralmente é necessário usar pomadas antibióticas para colocar na unha e tratar a infecção, antes de cortar a unha.

Mesmo com o uso de pomada antibiótica, o tratamento para unha encravada com pus normalmente inclui levantar a unha e colocar um pouco de algodão ou gaze, mas alguns médicos podem preferir cortar os cantos da unha, removendo os pedacinhos de unha que encravaram na pele.

Quando a cirurgia é indicada

A cirurgia para unha encravada é indicada nos casos em que é frequente as unhas encravarem e o tratamento com elevação da pele ou corte não resultam, principalmente se houver carne esponjosa no local. Nesse caso a cirurgia é feita com anestesia local e, na maioria dos casos, não é necessário retirar toda a unha. Dependendo da unha a tratar, o médico pode optar por aplicar um ácido, como o nitrato de prata, que destrói parte da unha que estava encravada, por exemplo.

Como evitar que as unhas encravem

Para prevenir as unhas encravadas deve-se cortá-las de forma reta, tanto na parte superior, como nas laterais da unha. Além disso, também deve-se evitar usar sapatos muito apertados, trocar de meias diariamente, já que isso evita a proliferação de micro-organismos

25 de maio de 2017

Vocês sabem o que é psoríase?

 

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Um dos fatores que causam a psoríase é o psicológico.

A psoríase é uma doença crônica, não contagiosa, que forma manchas avermelhadas, que são cobertas por escamadas secas e brancas. Essas manchas causam coceira (sintoma responsável pelo nome da doença), o que piora a situação do indivíduo. O stress, cansaço e também alguns medicamentos, podem piorar a psoríase. Foi comprovado que se trata se uma doença genética, mas que pode aparecer em qualquer momento da vida (infância, adolescência, fase adulta ou idosa).

A pessoa diagnosticada com psoríase, deve ter o acompanhamento de um podólogo entre os profissionais necessários para que sua qualidade de vida se mantenha. Isso porque é necessário ter alguém de confiança para tratar suas unhas e principalmente suas calosidades, que podem ter algum resquício da doença.

Então, se você desconfiar de algo ou se conhece alguém que pode ter essa doença, não se esqueça que a opinião de um médico é de extrema importância e indispensável.

Cuide-se

15 de maio de 2017

Choros frequentes do bebê nem sempre está relacionado a fome, sono ou cólicas, outro problema que muitas vezes passa desapercebidos pelos pais são problemas nos pés.

É muito importante que os pais observem os pés, em especial os dedos, pois é muito comum bebês baterem seus pés, e por suas unhas serem muito finas podem cortar a pele infeccionando o dedo.

Procure um podólogo para fazer uma Avaliação caso haja uma vermelhidão local, não tente resolver o problema em casa, pois pode se agravar!!!

DICAS:

– Observe diariamente os pés da criança;
– Use meias de algodão;
– Seque bem os pés após o banho, especialmente entre os dedos;
– Cortar as unhas somente retas, nunca corte os cantos!;
– Não tente aproveitar o uso de roupas (macacões, mijõezinhos, meias). Roupas apertada podem comprometer a formação dos ossos e infeccionar as unhas;
– Não deixe a criança andar descalça;
– Escolher o calçado para cada tipo de terreno e muito importante;
– Levar periodicamente a criança ao podólogo!!!

10 de maio de 2017

 

Se você sofre com cheiro ou mau cheiro (chulé) no pé, isso pode ser muito embaraçoso.

Isso geralmente acontece quando você usa sapatos e meias, não é mesmo? Isso ocorre devido ao suor, pois ao suar, seu suor não tem para onde ir.

Felizmente, há muitas coisas naturais que você pode tentar para se livrar deste mau odor. Para que funcionem, você vai ter que fazê-las muitas vezes, por um determinado período de tempo. Muitas delas vão funcionar em uma semana.

Uma ideia é usar pó de talco em seus pés, isso ajuda a matar as bactérias e remover o cheiro. Se você não tem pó de talco você pode colocar um bom desodorante em seus pés para mantê-los secos por mais tempo.

Aqui estão algumas ideias simples para se livrar do mau cheiro:

1. Bicarbonato de sódio
Ele vai ajudar a matar as bacterias que causam o meu cheiro nos pés. Para isso, coloque um pouco de bicarbonato de sódio em água morna (uma colher de sopa de bicarbonato de sódio para cada litro de água) e mergulhe os pés durante 15 a 20 minutos todas as noites durante uma semana.
Polvilhe bicarbonato de sódio em seus sapatos e meias antes de usar.

2. Óleo de lavanda
Ele cheira bem e ajuda a matar as bactérias. Este óleo também combate os fungos, e trata o mau cheiro do pé.
Para isso coloque algumas gotas de óleo essencial de lavanda em água morna,
e mergulhe os pés nela de 15 a  20 minutos. Faça isso 2 vezes por dia durante alguns dias.

3. Sal de Epsom
O sal de Epsom evita o cheiro dos pés e acaba com as bactérias ruins. Deixar seus pés de molho em sal de Epsom também alivia os pés doloridos.
1. Pegue meio balde de água morna e despeje 2 colheres de chá de sal de Epsom.
2. Mergulhe os pés na mistura durante 10 a 15 minutos.
É melhor fazer isso antes de dormir, evitando o uso de meias e sapatos por algumas horas.

4. Chá preto
O chá preto contém ácido tânico que ajuda a matar as bactérias que provocam o mau cheiro nos pés. Ele também elimina a transpiração dos pés, que produz o mau cheiro.
1. Ferva 1 colher de sopa de chá preto em 3 xícaras de água quente. Para garantir que a mistura não fique muito quente, adicione metade de um balde de água morna, em uma bacia.
2. Mergulhe os pés na bacia por 15 ou 20 minutos.
3. Faça isso todos os dias durante uma semana.

5. Vinagre
Ele é uma ótima forma de se livrar do mau cheiro dos pés. Qualquer tipo de vinagre funciona para isso, e o vinagre de maçã proporciona ótimos resultados.
1. Faça uma mistura de meia xícara de vinagre e de seis a oito copos de água quente.
2. Mergulhe os pés nela durante 10 ou 15 minutos.
3. Lave os pés muito bem com sabão para se livrar do cheiro de vinagre.

Estes remédios naturais vão te ajudar com este problema. Experimente um a um até encontrar o método que melhor funciona para você.

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*O acompanhamento de um profissional da área de saúde é fundamental para uma boa saúde. O Natureba é um espaço informativo, de divulgação e educação com temas relacionados a saúde, nutrição e bem-estar. As informações e sugestões contidas neste vídeo têm caráter meramente informativo, não devendo ser utilizado como substituto de diagnóstico ou diagnóstico médico sem antes consultar um profissional de saúde – médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

OBS: Remédios naturais também tem efeitos colaterais, já que agem de formas diferentes em cada organismo, por isso antes de usar qualquer tratamento alternativo consulte sempre seu médico.

18 de junho de 2016

1 – Qual a importância do podólogo e qual a função desse profissional?

O Podólogo é um profissional da área de saúde de nível médio. A sua  função básica, além de tratar algumas lesões superficiais, é prevenir e orientar o aparecimento de lesões nos pés como micoses nas unhas e entre os dedos – conhecidas popularmente como frieiras , unhas encravadas, calos, calosidades e verrugas são as mais comuns, que são doenças superficiais dos pés.

2 – Quando se deve procurar a Podóloga e com que freqüência devemos procurar esse profissional?

O ideal é que a população procure o Podológo periodicamente, pelo menos uma vez a cada mês, mesmo que não haja nenhum tipo de lesão nos pés. Muitas pessoas só procuram o Podólogo quando estão com algum problema e, na verdade, o trabalho da Podóloga deveria ser muito mais preventivo.

3 – Como é o tratamento feito pelo Podólogo realizado na clinica dos pés?

São basicamente procedimentos de higienização e hidratação dos pés. No caso do cliente não apresentar nenhum problema, o Podólogo corta as unhas de forma correta, higieniza-as retirando os excessos de pele para evitar o encravamento das unhas, remove os excessos de queratina (que é a proteína que se concentra em forma de pele endurecida em algumas áreas da sola dos pés, conhecida vulgarmente como calosidade) lixando essas áreas e por fim a hidratação  com cremes específicos para os pés.

4 – Como são higienizados os instrumentais utilizados na podologia?

Os nossos tratamentos têm inicio no processo de esterilização em autoclave, (inclusive com controle mensal da eficácia da esterilização) e os demais insumos, são descartáveis. Observando-se os critérios e padrões de exigência da Vigilância Sanitária.

1 de junho de 2016

Os pés são considerados como sendo uma extensão do cérebro e do coração, atuando como agente receptor e executor das atividades sensitivas, onde se inicia o processo de devolução sangüínea, permitindo ao coração e pulmões um trabalho tranqüilo e sem esforço.
Infelizmente as pessoas dão pouco valor a saúde dos pés. Elas não têm consciência de sua importância no dia-a-dia. Não lhes atribuem os cuidados necessários, por acreditarem que estão protegidos e escondidos pelos calçados.
Deparo no dia-a-dia com pacientes que apresentam problemas graves em seus pés por descuido ou desconhecimento em relação aos cuidados que se deve ter com eles.
A maioria dos profissionais em podologia, tem consciência e cuidados para com pacientes portador de bolha no pé, faz uso de todos meios de biosegurança disponíveis, desinfecção e esterilização dos materiais não descartáveis em estufas.

O que é bolha?

Acúmulo de fluido entre as camadas interna e externa da pele, devido ao excesso de fricção, uso de calçado apertados, queimaduras ocasionadas pelo frio, calor ou muito sol, doenças na pele, alergias e irritações na pele provocadas por agentes químicos.
Existem vários motivos que, isolados ou combinados, proporcionam o aparecimento de bolhas.
Os mais comuns são:

a) Suor, que amolece a pele e a deixa mais sensível ao atrito;
b) Desajuste das meias, causando uma fricção irregular entre meia e pele;
c) Tomar banho quente antes de caminhar;
d) Utilização de calçados inadequados e não impermeáveis; costuras ou protuberâncias internas do calçado.

Evite furar as bolhas, pois isto aumenta a possibilidade de infecção. Não mexa na bolha por 24 horas, para permitir que ela cure por si só. Elas secarão e a pele se desprenderá em uma a duas semanas. Enquanto isto, proteja a área colocando um anteparo, com uma abertura no centro, sobre a bolha.
Cuidado: Se a bolha se romper acidentalmente, recorte a pele solta. Mantenha a superfície limpa lavando-a duas vezes ao dia com um sabão antibacteriano. Aplique uma pomada antibiótica e um curativo para ajudar a cicatrizar.

Observação importante: Os pacientes diabéticos devem comunicar ao seu médico ou podólogo ou a equipe de saúde de diabetes. Não manipule por si, nem deixe que ‘pseudos-profissional’ manipulem as bolhas que porventura apareçam nos seus pés.

Medidas preventivas:

a) Verificar o perfeito ajuste das meias, que devem ser de preferência sem ou com o mínimo de costuras possível.
b) Utilizar um calçado adequado para prática de esportes;
c) Cuidar da higiene diária dos pés, que devem ser lavados imediatamente ao final de cada etapa.
d) Passar vaselina, entre os dedos. Esses produtos diminuem o atrito da meia contra a pele e entre os dedos.
e) Não tomar banho antes de começar a andar, principalmente banhos longos e com água quente, pois a pele dos pés amolece e fica mais propensa às bolhas.

Logo que sentir uma região do pé dolorida ou sensível, pare e verifique a causa. Corrija o problema da meia ou do calçado e cubra a região com anteparo especial.

Procure um Podólogo para não ter complicações, procure consultar – se com um profissional multidisciplinar devidamente habilitado no exercício de suas atribuições.