29 de março de 2020

Beleza, cabelos, cuidados com a pele, rosto, mãos e principalmente unhas, estão entre as preocupações das mulheres e homens nos centros de estética. Estima-se que mais de 20% das pessoas com mais de 40 anos possuem as chamadas micoses de unhas (onicomicose).

Frequentemente elas surgem nos pés, mas também existem muitos casos da presença do fungo nas mãos. As micoses das unhas são infecções que se desenvolvem pela presença constante em ambientes úmidos ou quentes. Compartilhar piscinas e banheiras também favorece o surgimento das micoses das unhas. As micoses nas unhas são infecções que levam tempo entre meses ou até anos para se alcançar um resultados de cura e eliminação total do fungo. Esse tratamento inclui medicamentos para uso tópico, como esmaltes, ou ainda remédio via oral. A combinação dos medicamentos aumentam a eficácia de todo o tratamento.

Mas, o início do tratamento e qual a melhor forma de cura depende do diagnóstico médico, que vem de encontro com a descoberta de qual fungo é o causador da micose.

Em casos mais avançados de infecção o tratamento inclui medidas cirúrgicas, raspagem e ácidos.

Dicas para prevenção de micoses nas unhas

Dê atenção especial as unhas pelo menos uma vez na semana. As unhas quebradas, estragadas, sujas e sem cuidados aumentam a possibilidade de desenvolvimento de fungos causando a infecção e micose. Seque bem entre os dedos dos pés, as micoses se desenvolvem em lugares úmidos, e manter os pés e entre os dedos sempre bem seco evita a infestação dos fungos.

Evite andar descalços em lugares públicos, esteja sempre calçada com no mínimo chinelos.
Elimine os sapatos apertados do seu armário, a pressão exercida nos dedos causada pelos saltos altos ou sapatos de bico fino também machucam as unhas e não as deixam confortáveis, favorecendo o desenvolvimento dos fungos.

Essas são só algumas dicas para que você tenha seus pés e mãos livres de fungos e micoses, o importante é sempre estar atento ao surgimento de manchas e coceiras.

12 de dezembro de 2017

A unha pode encravar por diferentes razões, no entanto, a principal causa é o corte errado das unhas que acaba facilitando o crescimento anormal da unha e seu desenvolvimento debaixo da pele, causando dor intensa.

Outras das principais causas das unhas encravadas incluem:

– Sofrer pancadas no pé: alguns acidentes, como bater com o dedão no pé da mesa, podem provocar deformação da unha que começa a crescer para dentro da pele;

– Utilizar sapatos pequenos ou apertados: este tipo de calçado aperta muito os dedos facilitando a entrada da unha para debaixo da pele;

– Ter dedos pequenos: em algumas pessoas a unha pode crescer em excesso para o tamanho do dedo, provocando o desenvolvimento da unha para debaixo da pele.

Além disso, a unha encravada também é mais comum em pessoas com malformações das unhas ou dos pés. Nesses casos, é recomendado ter cuidados extra, especialmente na hora de cortar as unhas, para evitar esse problema.

Entenda porque a unha encrava e como evitar

Como cortar as unhas corretamente

Uma vez que o corte das unhas é a principal causa de unhas encravadas é muito importante saber como cortar corretamente. Para isso, as unhas devem ser cortadas em linha reta, evitando cortar o cantos, pois o cantos ajudam a guiar o crescimento da unha, evitando que se desenvolvam para debaixo da pele.

Além disso, não se deve cortar a unha muito curta porque isso aumenta o risco de ela dobrar e penetrar a pele na parte da frente do dedo.

1 de setembro de 2017

Toda mulher adora desfilar por aí com unhas bem feitas, coloridas e lixadas.

As unhas exercem função mais do que estética no nosso corpo: elas protegem as pontas dos dedos e ainda podem indicar como anda a nossa saúde, conforme observamos seus aspectos combinado ao exame clínico do paciente, como disse a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Márcia Grieco.

A cor, o formato e a textura das unhas dão indícios de como anda a saúde.

Formada por três camadas queratinosas de consistências diferentes, as unhas são responsáveis por mais de 10% das afecções de pele, segundo a dermatologista Valéria Marcondes, da capital paulista, e somente o médico consegue distinguir e determinar, precisamente, quais problemas podem afetar sua aparência: “o exame das unhas e lesões pode indicar doenças e falta de vitaminas. Quando quebradiças e com manchas brancas, podem representar uma simples alergia a produtos como esmaltes, detergentes e sabonetes, como podem ser indicadores de carência de ferro, ácido fólico e vitamina B12, que pode resultar em psoríase, micose e até anemia”, alertou.

O formato das unhas, sua coloração e textura são capazes de dar dicas de como anda a saúde. “Quando a unha tem formato de colher, por exemplo, bem arredondada, é um sinal de que a pessoa pode estar sofrendo de problemas cardiovasculares ou pulmonares, como asma e bronquite, que afetam a circulação. Doenças vasculares podem atrofiar as unhas e alguns sulcos podem aparecer após uma febre ou uma virose”, explicou Márcia.

Quando há falta algum tipo de vitamina no corpo, como a C, por exemplo, a produção de alguns hormônios pode ser afetada, assim como a fabricação de queratina, deixando as unhas com um aspecto diferente do saudável. “No caso da diabetes, por exemplo, as unhas crescem avermelhadas e cheias de ondulações”, lembrou Valéria.

Todavia, não adianta olhar para as mãos e entrar em desespero caso note alguma mudança, pois apenas o médico é capaz de diagnosticar corretamente a presença de alguma alteração na saúde. Afinal, como disse Márcia Grieco, há sinais que não são doenças, mas mudam a unha, como a melanoníquia, que são estrias marrons e longitudinais que surgem nas unhas de pessoas morenas. “Unhas roídas também podem ser um sinal de doença: ansiedade! E pode levar a quadros infecciosos”, destacou a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

As unhas dos pés também podem apresentar sinais de que algo não vai bem, todavia, é mais raro isso acontecer. “Micoses e traumas por causa de sapatos apertados são os problemas mais comuns”, disse Márcia, que recomenda que suas pacientes, ao ir à manicure, levem o próprio equipamento ou usem apenas os que forem esterilizados por autoclave, exijam o uso de lixas descartáveis e solicitem que a profissional não retire muito a cutícula, nem passe a espátula por baixo da unha. “Esmalte e removedores também agridem as unhas, desidratando-as. Assim, o ideal é alternar o uso, passando creme constantemente para ajudar a manter a saúde das unhas.”

Prazer em reconhecer 
As dermatologistas ensinaram alguns dos sinais de que algo não está bem com o corpo, apenas observando as unhas:

Anemia: as unhas ficam secas, quebradiças, opacas, côncavas e há deslocamento da carne na ponta dos dedos.

Doenças cardíacas: as unhas ficam curvadas para baixo, alargadas e com coloração arroxeada por causa da falta de circulação.

Doenças renais: as unhas ficam grossas, amareladas ou acinzentadas, com linhas verticais esbranquiçadas, brancas na raiz e vermelhas nas pontas.

Doenças hepáticas: ficam esbranquiçadas perto da raiz ou amareladas por inteiro.

Doenças digestivas: há pontos hemorrágicos, as unhas ficam doloridas, frágeis e se descolam ou descamam.

Diabetes: grossas, avermelhadas e com pequenas veias no dedo, ao redor das unhas. Podem apresentar micoses frequentes, engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.

Hipertireoidismo: afinamento e enfraquecimento das unhas.

Hipotireoidismo: unhas opacas e grossas.

Psoríase: depressões puntiformes, superfície rugosa, unhas grossas e quebradiças.

Problemas na glândula supra-renal: as unhas ficam escuras.

Doenças infecciosas graves (meningite e septcemia): surgem pequenas manchas roxas sobre as unhas.

Falta de vitaminas 
– Vitamina A: aspecto de casca de ovo, enrugada, esbranquiçada e quebradiça;
– Vitamina C: hemorragia embaixo da unha;
– Vitamina B3: ausência de brilho e linhas verticais e esbranquiçadas surgem em sua superfície;
– Zinco: coloração acinzentada, cutícula seca e grossa, descamação intensa ao redor das unhas e linhas transversais bem acentuadas.

Fonte: https://goo.gl/xsvy6r
21 de junho de 2017

A unha levemente encravada pode ser tratada, tentando-se levantar o canto da unha que está encravada, inserindo um pedacinho de algodão ou gaze entre a unha e a pele, porque assim a unha descola da pele e desencrava.

Contudo, quando a área em torno da unha fica muito vermelha, inchada e com pus, o problema pode exigir o uso de uma pomada antibiótica prescrita pelo médico, como Nebacetin ou Diprogenta.

Uma pedicure ou podólogo poderão desencravar a unha, cortando as bordas da unha encravada com um bisturi, uma tesoura fininha de ponta reta ou alicate próprio, mas em alguns casos pode ser preciso realizar uma pequena cirurgia para desencravar a unha.

Tratamento caseiro para unha encravada

Para tratar a unha levemente encravada e inflamada em casa, é recomendado:

  1. Deixar o pé ou a mão que tem a unha encravada de molho em uma bacia com água morna ou quente, por cerca de 20 minutos;
  2. Tentar levantar o canto da unha que está encravada com uma pinça e colocar um fio de dental, pedacinho de algodão ou gaze entre a unha e a pele para mantê-la elevada, trocando diariamente após deixar o dedo em água quente durante 20 minutos. Esse procedimento é ideal para quando a unha está suavemente encravada mas ainda não está inflamada;
  3. Passar alguma solução antisséptica e cicatrizante como o Povidine, por exemplo, para ajudar na cicatrização e evitar que a região infeccione.

Se necessário, para aliviar a dor quando se tenta levantar a unha encravada e inflamada, pode-se passar uma pomada anestésica como lidocaína no local. Após a colocação do algodão ou gaze, se o indivíduo continuar com dores, pode tomar um remédio analgésico e anti-inflamatório como Ibuprofeno ou Paracetamol, por exemplo.

Se a unha estiver muito encravada, inflamada ou com pus e não for possível caminhar normalmente, nem tentar soltar a unha da pele, deve-se procurar um podologista, enfermeiro ou dermatologista para desencravar a unha. Assim, o procedimento pode ser feito corretamente e sem o risco de agravamento como entrada de bactérias, por exemplo.

O que não fazer 

Em caso de unha encravada não se deve cortar a parte da unha encravada; cortar a unha em “v”, nem colocar um curativo apertado. Estas medidas apenas pioram a unha encravada e aumentam o risco da unha encravar novamente.

dedão do pé encravada

unha encravada

Quando ir ao médico

É indicado ir ao dermatologista quando existe alguma das seguintes situações:

– Diabetes;

– Se a unha está muito encravada, inflamada, com pus e não é possível mexer na unha;

– Se o dedo estiver muito inchado ou se a circulação parecer estar presa.

Também é indicado buscar ajuda profissional se houver lesões na região afetada ou sinais de má circulação sanguínea.

Como tratar a encravada com pus

A unha encravada com pus deve ser vista por um dermatologista, pois nestes casos, geralmente é necessário usar pomadas antibióticas para colocar na unha e tratar a infecção, antes de cortar a unha.

Mesmo com o uso de pomada antibiótica, o tratamento para unha encravada com pus normalmente inclui levantar a unha e colocar um pouco de algodão ou gaze, mas alguns médicos podem preferir cortar os cantos da unha, removendo os pedacinhos de unha que encravaram na pele.

Quando a cirurgia é indicada

A cirurgia para unha encravada é indicada nos casos em que é frequente as unhas encravarem e o tratamento com elevação da pele ou corte não resultam, principalmente se houver carne esponjosa no local. Nesse caso a cirurgia é feita com anestesia local e, na maioria dos casos, não é necessário retirar toda a unha. Dependendo da unha a tratar, o médico pode optar por aplicar um ácido, como o nitrato de prata, que destrói parte da unha que estava encravada, por exemplo.

Como evitar que as unhas encravem

Para prevenir as unhas encravadas deve-se cortá-las de forma reta, tanto na parte superior, como nas laterais da unha. Além disso, também deve-se evitar usar sapatos muito apertados, trocar de meias diariamente, já que isso evita a proliferação de micro-organismos

10 de maio de 2017

Seque bem os pés
Tão importante quanto lavar os pés, secar bem depois do banho também é fundamental. Isto pode ajudar muito na prevenção do surgimento de frieiras.

Dê preferência à meias de algodão
Sempre prefira meias de algodão às de nailon. Um fator importante é que o algodão permite uma maior evaporação do suor.

Troque o calçado diariamente
Procure trocar de calçado todos os dias, tanto em relação à altura quanto ao tipo de salto. Isto ajudará a amenizar dores e inchaços.

Diabéticos e o cuidado com os pés
Pessoas diabéticas devem evitar cortar as unhas sem auxilio de um profissional, isto devido a graves complicações que esta doença pode causar.

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